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Paciente de 30 anos, com episódio de desmaio no esforço físico, teve temperatura aferida na sala de emergência de 36,7 oC e o ECG apresentou QRS com inversão da onda T, nas derivações V1-V2 e V3 e uma onda anormal, de baixa amplitude, prolongada no final do QRS em V1 e V2. Possuía um holter prévio com 3.000 extrassístoles ventriculares nas 24h.

O eletrofisiologista foi acionado e identificou essa onda como sendo 
Paciente feminina, de 49 anos, apresentou quadro de infarto do miocárdio devido a oclusão da artéria descendente anterior esquerda, ocasionando fibrose da parede anterior do ventrículo esquerdo (ecocardiograma).

A paciente apresentou um exame prévio de angiotomografia coronária, que não revelou obstruções nas artérias coronárias e mostrou zero de escore de cálcio. A paciente queria entender por que o exame realizado previamente não foi útil para prever o seu quadro de infarto.

O médico especializado em cardioimagem, apresentou a seguinte explicação, baseada em evidências: 
Paciente de 29 anos apresentou quadro de morte súbita recuperada durante uma internação hospitalar decorrente de um episódio de fibrilação atrial. Fazia uso de propranolol cronicamente para enxaqueca. No setor de emergência foi medicado com propafenona oral, surgindo um supradesnível de 2,5 mm do segmento ST nas derivações V1 e V2, aspecto em sela terminando com uma onda T invertida. O ecocardiograma apresentava um leve aumento atrial esquerdo. A fração de ejeção do ventrículo esquerdo foi calculada em 65%.

Um cardiologista foi acionado para avaliar o ECG e identificou esse achado como 
Paciente masculino de 14 anos sofreu, durante uma corrida, um desmaio e foi levado pelo SAMU. O seu ECG mostrava ritmo sinusal, frequência cardíaca de 50 bpm, QT de 490 ms. Durante a monitoração contínua, surgiu um episódio de taquicardia com QRS largo, característica polimórfica, como se o QRS se contorcesse em relação à linha de base. Existe história de mortes súbitas na família: pai e irmão.

O cardiologista, ao ser chamado para fazer o diagnóstico do ECG, estabeleceu o seguinte diagnóstico: 
Paciente de 50 anos, apresenta a seguinte condição que não representa uma contraindicação absoluta para receber um transplante cardíaco: