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O subsistema de ventilação secundária é um componente fundamental das instalações prediais de esgoto sanitário, sendo responsável por garantir o equilíbrio das pressões no interior das tubulações e preservar o funcionamento adequado dos fechos hídricos dos aparelhos sanitários. Sua principal função é evitar a ruptura dos sifões causada por pressões positivas ou negativas geradas durante o escoamento dos efluentes, impedindo o retorno de gases provenientes da rede de esgoto para o interior das edificações. No dimensionamento do ramal de ventilação secundária o diâmetro do ramal de ventilação pode ser determinado a partir normativo técnico específico, em função do diâmetro do ramal de descarga ou de esgoto ao qual está conectado. Para uma tubulação de esgoto de 75 mm, o diâmetro do ramal de ventilação será, em mm, de:
A simbologia utilizada nas instalações prediais de esgoto sanitário é um conjunto de representações gráficas padronizadas empregadas em projetos hidráulicos sanitários para identificar tubulações, conexões, equipamentos e dispositivos que compõem o sistema de coleta e condução dos efluentes de uma edificação. Essas representações facilitam a leitura e a interpretação dos projetos por engenheiros, arquitetos, técnicos, instaladores e demais profissionais envolvidos na execução e manutenção das instalações. Observe o símbolo abaixo:
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Fonte: NBR 8.160/1999 (Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução).

Em uma instalação predial de esgoto sanitário, o símbolo representa:
A instalação predial de água fria é o conjunto de tubulações, conexões, reservatórios, registros e demais componentes responsáveis por captar, armazenar e distribuir água potável para os diversos pontos de consumo de uma edificação, como torneiras, chuveiros, vasos sanitários, lavatórios, tanques e equipamentos. Esse sistema é essencial para garantir o abastecimento adequado de água, proporcionando conforto, higiene, saúde e qualidade de vida aos usuários. Dentre os diversos conceitos sobre instalação predial de água fria, o maior valor de pressão a que um componente pode ficar submetido em condição de operação normal é a pressão de:
Os diagramas de tensão sob os blocos de fundação devem ser obtidos de forma similar aos das sapatas. Os blocos de fundação devem ser dimensionados de tal maneira que o ângulo β, mostrado na figura abaixo, seja maior ou igual, em graus, a:
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Fonte: NBR 6.122/2022 (projeto e execução de fundações).
Entende-se por efeito de grupo a interação entre as diversas estacas ou tubulões constituintes de uma fundação, no processo de transmissão ao terreno das cargas que lhes são aplicadas. Esta interação acarreta uma superposição de tensões, de tal sorte que o recalque do grupo resulta, em geral, diferente daquele do elemento isolado. A carga admissível ou força resistente de cálculo de um grupo de estacas ou tubulões não pode ser superior à de uma sapata hipotética definida da seguinte forma: a sapata teria contorno igual ao do grupo e estaria apoiada em uma cota superior à da ponta das fundações, sendo a diferença de cotas igual a “Y” do comprimento de penetração das fundações na camada de suporte, como mostrado na figura abaixo. Essas considerações não são válidas para blocos apoiados em fundações profundas com elementos inclinados. Atendidas essas condições, o espaçamento mínimo entre os elementos de fundação deve levar em consideração a forma de transferência de carga ao solo e o efeito do processo executivo nos elementos adjacentes. Devem ser feitos o cálculo e a verificação de recalques, que são mais importantes quando houver uma camada mais compressível abaixo da camada em que se apoiam as pontas das estacas ou as bases dos tubulões. O valor de “Y” mostrado na figura abaixo é igual a:

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f = embutimento na camada de suporte
Fonte: NBR 6.122/2022 (projeto e execução de fundações).