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Um jovem de 15 anos sofreu um trauma abdominal contuso em acidente automobilístico. Ao exame físico, apresenta dor abdominal epigástrica e tem os seguintes resultados de exames: hemograma com leucocitose de 10.200, níveis elevados de amilase sérica e uma tomografia computadorizada que mostra uma lesão no pâncreas com envolvimento do ducto pancreático principal.

Diante desse quadro clínico, a abordagem mais apropriada para o diagnóstico e tratamento do paciente é:

Um homem de 26 anos foi admitido na emergência após um acidente de motocicleta. Ao exame físico, apresenta dor torácica intensa e dificuldade respiratória com saturação de 84%. Observa-se tórax flácido, com segmento da parede torácica que se move paradoxalmente. Há crepitação quando da palpação do gradil costal.

Diante desse quadro, a melhor abordagem inicial para o manejo do paciente é: 

Um homem de 28 anos, admitido no pronto-socorro após um acidente automobilístico, apresenta ectoscopicamente sinais evidentes de trauma abdominal. Na avaliação neurológica inicial, está consciente, mas confuso. Seus sinais vitais são: pressão arterial de 85/60 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 28 ipm, saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente. Sua pele está fria e pegajosa, com enchimento capilar prolongado. Refere dor intensa no abdômen. O abdômen está tenso e distendido, com dor à palpação e sem peristaltismo audível.

Os exames complementares mostram hemoglobina 8 g/dL com hematócrito de 24%. Foi realizado um FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma), que mostrou líquido livre na cavidade peritoneal. Radiografia de tórax e pelve não mostrou fraturas.

Nesse momento, seu diagnóstico é de choque hipovolêmico grau III por hemorragia intra-abdominal.

A profilaxia e o controle da infecção em cirurgia são de fundamental importância para a prática cirúrgica. Por isso, o conhecimento dos métodos e substâncias usados para a esterilização de materiais, equipamentos e do ambiente cirúrgico é obrigatório.

Nesse contexto, os processos de assepsia e antissepsia são corretamente definidos, respectivamente, como:

Um paciente de 34 anos apresenta-se na consulta com histórico de obesidade grave há mais de 10 anos. Ele tem um índice de massa corporal (IMC) de 44 kg/m² e sofre de várias comorbidades relacionadas à obesidade, incluindo diabetes tipo 2, hipertensão arterial e apneia do sono. Ele já tentou vários tratamentos, incluindo dietas supervisionadas, programas de exercícios e medicações para perda de peso, sem sucesso. Relata que essas condições estão afetando seriamente sua qualidade de vida e capacidade de trabalho. Após uma avaliação completa, ele é considerado um bom candidato para cirurgia bariátrica.

A técnica considerada o “padrão ouro” para esse paciente é: