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Ivete, diretora de uma escola municipal do interior paulista, participou de algumas sessões de estudos organizadas pelo respectivo supervisor de ensino sobre o “Currículo Paulista”, juntamente com colegas diretores das outras escolas que fazem parte do mesmo setor de supervisão. O grupo considerou relevante que esse documento “define e explicita, a todos os profissionais da educação que atuam no Estado, as competências e as habilidades essenciais para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional dos estudantes paulistas e considera sempre sua formação integral na perspectiva
Quando o tema é currículo, é fundamental que consideremos a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), visto tratar-se de “um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica”. De acordo com a BNCC, “cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às escolas, em suas respectivas esferas de autonomia e competência, incorporar aos currículos e às propostas pedagógicas”, “preferencialmente de forma transversal e integradora”, “a abordagem de temas contemporâneos que
Uma das inovações feitas nos Parâmetros Curriculares Nacionais, na época de seu lançamento, foi a inclusão de temas que deveriam perpassar por todas as disciplinas do currículo mediante diferentes práticas pedagógicas. Essa proposta teve como base a reforma curricular da Espanha, já que o governo brasileiro, na época, a adotou como modelo.

(Para ensinar e aprender Geografia,2007)

O texto refere-se ao conceito de:

Leia o texto.


    Bakhtin concebe os gêneros do discurso como tipos de enunciados criados dentro dos vários campos da atividade humana. Consoante tal perspectiva, a linguagem é aprendida por meio de enunciados concretos, ouvidos e reproduzidos na comunicação verbal. Cada um dos vários gêneros apresenta suas próprias exigências em termos de conteúdo, de estrutura e de sequências linguísticas que os compõem. Todos esses aspectos devem ser aprendidos mediante práticas sociais que desenvolvam as capacidades de linguagem dos indivíduos e as estratégias de aprendizagem.


(Abuêndia Padilha Pinto. Gêneros discursivos e ensino de

Língua Inglesa. In: Dionisio, A. P.; Machado, A. R e Bezerra,

M. A (orgs). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro:

Lucerna. 2005, p.48. Adaptado)



Orientações da BNCC para o ensino de Língua Inglesa na Escola Básica correspondem ao conteúdo no parágrafo ao afirmarem que

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Diferencia a interdisciplinaridade em três planos voltados ao universo da escola: o curricular, quando se intenciona integrar as disciplinas da escola de forma complementar; o didático, quando se objetiva articular os conhecimentos a serem ensinados com sua inserção nas situações de aprendizagem; e o pedagógico, que assegura, na prática, a colocação de um modelo ou modelos didáticos interdisciplinares em situações concretas em sala de aula.