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Para garantir a presunção de autenticidade dos documentos arquivísticos digitais, deve-se avaliar os ambientes informatizados onde é feita a custódia desses documentos, na auditoria e na certificação destes ambientes. Assim, é preciso manter uma linha de custódia digital documental entre o Sigad e o
A descrição é a maneira de possibilitar que os dados contidos nos documentos cheguem até os pesquisadores.
Sobre as normas de descrição arquivística, analise as afirmativas a seguir.
I. A ISAD(G) é uma norma internacional, aplicável a todos os tipos de materiais arquivísticos e pode ser utilizada tanto em sistemas manuais quanto automatizados. Tem alto grau de generalidade. II. A norma ISAAR(CPF) complementa a ISAD(G), regulando a descrição das funções dos produtores de documentos. III. A NOBRADE não é mera tradução das normas ISAD(G) e ISAAR(CPF), mas a adaptação das normas internacionais à realidade brasileira.
Está correto o que se afirma em
A ordenação dos arquivos permanentes deve ser feita por fundos. Se existe um numeroso material a ser arranjado, a partir do seu estudo como conjunto administrativo funcional deve ser feito
Sobre o estabelecimento dos fundos de arquivos, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O princípio da proveniência significa não mesclar documentos de fundos diferentes. ( ) O princípio da proveniência se divide em dois: o de respeito aos fundos e o de ordem original. ( ) Além de não mesclar documentos de fundos diferentes, deve-se respeitar o arranjo interno como os documentos vieram da origem.
As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente,
Leia o trecho a seguir.
O documento audiovisual, inserido em um contexto arquivístico, deve ser compreendido quando relacionado com os demais documentos produzidos e acumulados pelo organismo produtor, sendo a contextualização arquivística indispensável, uma vez que o documento de arquivo não possui caráter autoexplicativo. A prática constante nos arquivos de separar documentos audiovisuais dos demais documentos convencionais é um ato fora dos padrões arquivísticos; muitas vezes, essa prática é vista como se constituísse a própria organização arquivística.
Luiz Antônio S. da Silva e Telma C. Carvalho. (Adaptado)
A prática relatada pelos autores leva à