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Um paciente de 48 anos, com histórico de infarto agudo do miocárdio (IAM) há 3 meses, apresenta-se com dor torácica pleurítica, febre baixa e atrito pericárdico à ausculta. O ECG mostra elevação difusa do segmento ST com concavidade superior. Exames laboratoriais revelam elevação de marcadores inflamatórios. O quadro clínico é compatível com pericardite aguda pósinfarto (Síndrome de Dressler). Qual a terapia farmacológica de primeira linha mais indicada para esse paciente?
Uma mulher de 65 anos é diagnosticada com estenose aórtica grave sintomática, com área valvar de 0,7 cm² e gradiente médio de 55 mmHg. Ela apresenta alto risco cirúrgico devido a comorbidades pulmonares e fragilidade. Diante desse cenário, qual a abordagem terapêutica mais recomendada para o tratamento da estenose aórtica, conforme as diretrizes atuais?  
Um homem de 72 anos, com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr) de 30%, classe funcional NYHA III, está em uso de sacubitril/valsartana, carvedilol e espironolactona. Ele mantém sintomas de dispneia e fadiga, apesar da otimização das doses. O ritmo cardíaco é sinusal, com QRS de 140 ms e morfologia de bloqueio de ramo esquerdo. Considerando a persistência dos sintomas e os achados eletrocardiográficos, qual a próxima etapa terapêutica mais apropriada para esse paciente, de acordo com as diretrizes atuais para ICFEr? 
Uma paciente de 55 anos, sem comorbidades conhecidas, procura atendimento médico devido a episódios recorrentes de palpitações e tontura. O eletrocardiograma (ECG) de repouso é normal, mas o Holter de 24 horas revela taquicardia ventricular não sustentada (TVNS) frequente, com morfologia de bloqueio de ramo esquerdo e eixo para a esquerda. O ecocardiograma mostra hipertrofia ventricular esquerda concêntrica leve, sem outras alterações. A investigação etiológica da TVNS é crucial para definir o prognóstico e o tratamento. Diante desses achados, qual exame complementar é mais indicado para elucidar a causa subjacente e guiar a conduta?
Um paciente de 68 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) de longa data e diabetes melito tipo 2, apresenta-se à consulta com pressão arterial (PA) de 155/92 mmHg, apesar de estar em uso de losartana 100 mg/dia e anlodipino 10 mg/dia. Exames laboratoriais revelam taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 45 mL/min/1.73m² e albuminúria de 150 mg/24h. Considerando a resistência ao tratamento e a presença de doença renal crônica, qual a melhor estratégia terapêutica para otimizar o controle pressórico e a proteção renal, de acordo com as diretrizes atuais?