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Uma professora de 45 anos apresenta disfonia funcional crônica, associada a uso vocal intenso, estresse emocional e ausência de alterações estruturais na laringe. A etiologia predominante desse distúrbio vocal é:
Um paciente adulto, após sofrer um acidente vascular cerebral isquêmico em hemisfério esquerdo, apresenta dificuldade na expressão verbal, com fala não fluente, esforço articulatório e compreensão relativamente preservada. Esse perfil é compatível com:
Uma criança criada em ambiente de negligência severa, com baixa estimulação linguística e ausência de interações comunicativas consistentes, apresenta vocabulário restrito, dificuldades pragmáticas e atraso global na linguagem. Esse quadro está principalmente associado a:
Um adulto jovem com diagnóstico de esquizofrenia apresenta discurso desorganizado, uso inadequado da prosódia e prejuízo na coesão e coerência verbal, sem evidência de lesão neurológica estrutural. Nesse caso, o distúrbio de linguagem observado está predominantemente relacionado a:
Uma criança de 6 anos, com histórico de prematuridade extrema e diagnóstico de paralisia cerebral espástica, apresenta dificuldades persistentes na articulação da fala, com comprometimento da inteligibilidade e alterações no controle motor oral. No contexto fonoaudiológico, esse quadro é mais compatível com: