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Um professor de Física propôs aos seus alunos uma atividade com o objetivo de evidenciar o
comportamento exponencial de decaimento sofrido por elementos radioativos. Para isso, propôs aos
seus alunos a realização de um experimento modelizado, que utilizou 200 dadinhos comuns, sendo
100 vermelhos — representando os nuclídeos radioativos — e outros 100 azuis — representando os
nuclídeos estáveis. O procedimento consistiu, inicialmente, em lançar somente os dados vermelhos e,
depois, em trocar todos os dados que caíram indicando números pares por dados azuis. Os lançamentos
se sucederam desta forma: sempre substituindo os dados vermelhos que indicavam números pares por
novos dados azuis, até que restassem somente os dados azuis.
A tabela a seguir mostra o resultado final de um conjunto de lançamentos efetuados por certo grupo de alunos.
Considere: ln(0,25) = - 1,38; e ln(0,5) = - 0,69.
Com base na atividade proposta pelo professor, assinale a equação que representa, de forma aproximada, o decaimento radioativo analisado.
A tabela a seguir mostra o resultado final de um conjunto de lançamentos efetuados por certo grupo de alunos.
Considere: ln(0,25) = - 1,38; e ln(0,5) = - 0,69.
Com base na atividade proposta pelo professor, assinale a equação que representa, de forma aproximada, o decaimento radioativo analisado.
O eletroscópio da figura a seguir faz parte de uma atividade em uma aula de Física e está negativamente
carregado.
Disponível em: https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/aula-praticaconstrucao-um-eletroscopio-folhas.htm. Acesso em: 19 maio 2024.
O professor perguntou a uma estudante se é possível descarregar o eletroscópio utilizando apenas luz. A resposta dela foi de que não é possível, pois a luz não tem carga, ou seja, ela é incapaz de descarregar o eletroscópio. Ela também explicou que, durante o experimento, a incidência de luz solar e de luz artificial da sala é incapaz de descarregar o eletroscópio, pois precisa haver contato para descarregar qualquer corpo, reestabelecendo a igualdade no número de prótons e elétrons do corpo.
CARVALHO, B.; GOMES, L. Um estudo dos invariantes operatórios mobilizados por estudantes da terceira série do Ensino Médio sobre o efeito fotoelétrico. Ensino & Pesquisa. União da Vitória, v. 20, n.1, p. 101-118, jan./abr., 2022.
Com base na resposta dessa aluna, o professor pode perceber que a estudante
Disponível em: https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/aula-praticaconstrucao-um-eletroscopio-folhas.htm. Acesso em: 19 maio 2024.
O professor perguntou a uma estudante se é possível descarregar o eletroscópio utilizando apenas luz. A resposta dela foi de que não é possível, pois a luz não tem carga, ou seja, ela é incapaz de descarregar o eletroscópio. Ela também explicou que, durante o experimento, a incidência de luz solar e de luz artificial da sala é incapaz de descarregar o eletroscópio, pois precisa haver contato para descarregar qualquer corpo, reestabelecendo a igualdade no número de prótons e elétrons do corpo.
CARVALHO, B.; GOMES, L. Um estudo dos invariantes operatórios mobilizados por estudantes da terceira série do Ensino Médio sobre o efeito fotoelétrico. Ensino & Pesquisa. União da Vitória, v. 20, n.1, p. 101-118, jan./abr., 2022.
Com base na resposta dessa aluna, o professor pode perceber que a estudante
Em uma aula de Física no Ensino Médio, os alunos realizaram um experimento para investigar o efeito
fotoelétrico. Para isso, eles utilizaram uma lâmpada especial capaz de ajustar a frequência da luz que incide
sobre uma placa de zinco. Durante esse experimento, eles observaram que, ao aumentar gradualmente a
frequência da luz, os elétrons começavam a ser emitidos da superfície do zinco apenas quando a frequência
da luz atingia um certo valor crítico, chamado de frequência de corte
Sabe-se que a energia cinética desses elétrons é dada por:
em que K é a energia cinética dos elétrons emitidos, h é a constante de Planck, ? é a frequência da luz incidente e W é a função trabalho do material.
O gráfico a seguir mostra a relação entre a energia cinética dos elétrons emitidos e a frequência da luz incidente em uma superfície metálica. A linha reta, que pode ser vista no gráfico, representa a equação apresentada.
Disponível em: https://www.if.ufrgs.br/~betz/iq_XX_A/fotoElec/aFotoElecText.htm. Acesso em: 4 jun. 2024.
Com base no gráfico e na equação do efeito fotoelétrico, assinale a opção que descreve, corretamente, o comportamento observado quando a frequência da luz incidente é próxima da frequência de corte.
Sabe-se que a energia cinética desses elétrons é dada por:
em que K é a energia cinética dos elétrons emitidos, h é a constante de Planck, ? é a frequência da luz incidente e W é a função trabalho do material.
O gráfico a seguir mostra a relação entre a energia cinética dos elétrons emitidos e a frequência da luz incidente em uma superfície metálica. A linha reta, que pode ser vista no gráfico, representa a equação apresentada.
Disponível em: https://www.if.ufrgs.br/~betz/iq_XX_A/fotoElec/aFotoElecText.htm. Acesso em: 4 jun. 2024.
Com base no gráfico e na equação do efeito fotoelétrico, assinale a opção que descreve, corretamente, o comportamento observado quando a frequência da luz incidente é próxima da frequência de corte.
Uma professora de Física resolveu abordar, com seus estudantes, a natureza da luz. Para isso, planejou
uma sequência didática da seguinte forma: na primeira aula, abordaria a teoria ondulatória da luz
com o objetivo de apresentar os argumentos que levaram à compreensão de que a luz é um tipo de
onda eletromagnética. Na segunda aula, abordaria a teoria corpuscular da luz a partir de explicações
sobre o efeito fotoelétrico. Na terceira e última aula, abordaria o tema da natureza dual da luz,
buscando contextualizá-lo de forma tecnológica.
Nesse caso, para aplicar essa sequência didática de maneira satisfatória, a professora deve
Nesse caso, para aplicar essa sequência didática de maneira satisfatória, a professora deve
Durante uma aula de Física sobre a relatividade, um professor decidiu utilizar o filme Interestelar para
explorar conceitos de física moderna. Em uma das cenas é discutida a dilatação do tempo devido à
proximidade com um buraco negro. Buscando avaliar a habilidade dos alunos de propor um problema,
o professor pediu que eles fizessem uma atividade investigativa baseada nessa cena. Ele solicitou que cada
aluno elaborasse um problema sobre a dilatação do tempo e que sugerisse uma forma de resolvê-lo e que,
na próxima aula, o conteúdo elaborado pelos alunos fosse discutido em sala.
Considerando esse exercício a ser realizado pelos alunos, assinale a opção que apresenta um problema motivador para a atividade e uma estratégia adequada para a realização de um trabalho em sala de aula.
Considerando esse exercício a ser realizado pelos alunos, assinale a opção que apresenta um problema motivador para a atividade e uma estratégia adequada para a realização de um trabalho em sala de aula.