Filtrar


Questões por página:
Recomendações ASPEN/ESPEN apoiam confirmação inicial do posicionamento, cabeceira 30– 45°, início precoce quando indicado, avaliação clínica contínua de tolerância e manejo de GRV com critérios padronizados; quando monitorado, muitos consensos sugerem segurar oferta apenas se GRV >500 mL, associando medidas como pró-cinético e reavaliação diária. À luz dessas diretrizes, qual sequência operacional está mais alinhada?
A OMS recomenda cuidado centrado na pessoa, controle proporcional de sintomas e decisão compartilhada; no Brasil, CFM 1.995/2012 normatiza Diretivas Antecipadas de Vontade e o COFEN 564/2017 sustenta princípios éticos da enfermagem. Qual conjunto de ações melhor traduz esse arcabouço?
A NRP 8ª ed. (AAP/AHA) e o consenso AHA 2020 destacam: aquecer, posicionar, secar/estimular, avaliar respiração/FC, iniciar VPP com ar ambiente em termo, usar oximetria pré-ductal e titrar O₂ conforme metas. Qual sequência inicial está correta?
Ensaios pivotais (ARDSNet/ARMA) e diretrizes ATS/ESICM 2017–2023 sustentam volume corrente 4– 8 mL/kg PBW, platô <30 cmH₂O, pronação prolongada quando PaO₂/FiO₂ <150, titulação de PEEP e estratégia hídrica conservadora. Qual conduta ventilatória– assistencial alinha-se às recomendações contemporâneas?
As diretrizes PADIS (SCCM,2018) e a Focused Update 2025 reforçam “analgesia-first”, sedação leve guiada por metas e rastreio sistemático de delírio; o bundle ABCDEF/ICU Liberation agrega interrupções programadas (SAT/SBT), mobilização precoce e engajamento familiar, reduzindo dias em ventilação, delírio e mortalidade. À luz desse corpo de evidências, qual plano integrado é mais consistente com tais recomendações para pacientes adultos ventilados?