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Em uma operação policial, uma equipe analisa diferentes grupos de indivíduos com base na lista de suspeitos de um crime. Um grupo contém os suspeitos que têm antecedentes criminais, enquanto outro grupo inclui suspeitos que possuem armas registradas. Sabendo que João está na lista de suspeitos com antecedentes, e Maria na lista de suspeitos com armas, mas que ambos também fazem parte do grupo geral de suspeitos, qual das opções abaixo representa corretamente a relação entre esses conjuntos?
Durante uma operação de segurança, uma equipe policial analisa diferentes listas de suspeitos. Uma lista contém os suspeitos que possuem antecedentes criminais, enquanto outra lista inclui suspeitos armados. João está na lista de suspeitos com antecedentes, enquanto Maria está na lista de suspeitos armados. Ambos fazem parte do conjunto geral de suspeitos. Qual das alternativas abaixo representa corretamente a relação entre esses conjuntos?
Na análise de suspeitos de uma operação policial, uma equipe tem uma lista de indivíduos suspeitos, que inclui João, Maria, Pedro e Ana. João e Pedro estão na lista de suspeitos com antecedentes criminais, enquanto Maria e Ana fazem parte da lista de suspeitos armados. Considerando que esses grupos representam conjuntos, qual das alternativas abaixo descreve corretamente a relação entre esses conjuntos?
Um delegado de polícia, ao investigar um crime de roubo, determina que seus investigadores realizem buscas na residência de um suspeito sem a devida ordem judicial. Durante a busca, os policiais apreendem objetos que, posteriormente, são utilizados como prova no processo criminal. A defesa do acusado alega a ilicitude das provas obtidas, argumentando que a busca domiciliar foi realizada em desrespeito à inviolabilidade do domicílio.
Um cidadão, sentindo-se lesado por uma decisão administrativa de um órgão público, decide falsificar um documento oficial para comprovar um direito que não possuía. Ele procura um servidor público desonesto que, mediante pagamento, insere informações falsas em um processo administrativo, alterando a realidade dos fatos e induzindo o órgão a erro. A conduta do cidadão e do servidor configura crime contra a fé pública.