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Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
Epicuro considerava a Filosofia não como instrução e aquisição passiva de informações, mas como uma atividade que, através de um generoso sentimento, a philia (amizade), ultrapassa a dimensão da sabedoria contemplativa e se expande em amor à humanidade. O logos filosófico traz a verdade iluminadora: é o discurso que se faz pharmakon, remédio que dissolve crenças e superstições – fonte do medo e dos males da alma.
MATOS, O. Filosofia: a polifonia da razão. São Paulo: Scipione,1997.
Com base no texto, podemos afirmar que a Filosofia de Epicuro concebe como tarefa primeira da Filosofia:
MATOS, O. Filosofia: a polifonia da razão. São Paulo: Scipione,1997.
Com base no texto, podemos afirmar que a Filosofia de Epicuro concebe como tarefa primeira da Filosofia:
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Pedagogia
O professor-filósofo e seus estudantes-filósofos-potenciais conformam um espaço comum de recriação no qual as perguntas se convertem em problemas que olham duas direções: para a singularidade de cada um no perguntar-se (e a busca pessoal de respostas) e para a universalidade do perguntar filosófico (e as respostas que os filósofos se deram ao longo do tempo). Em um curso filosófico, essas direções confluem e se alimentam mutuamente. O resultado possível desse encontro é que ensinar Filosofia, então, nunca terá garantias de que alguém “aprenda” a ser “um filósofo”, ao menos do modo como o professor deseja. O que um bom professor tentará fazer é criar as condições para que talvez se dê um “amor”.
CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica,2009 (adaptado).
Uma professora da 2ª série do Ensino Médio, ao compreender que o estudante é um filósofo em potencial, organiza suas aulas adotando a aprendizagem baseada em problemas como metodologia de ensino. Ao selecionar o modo de avaliar os estudantes, ela opta por um sistema no qual
CERLETTI, A. O ensino de filosofia como problema filosófico. Belo Horizonte: Autêntica,2009 (adaptado).
Uma professora da 2ª série do Ensino Médio, ao compreender que o estudante é um filósofo em potencial, organiza suas aulas adotando a aprendizagem baseada em problemas como metodologia de ensino. Ao selecionar o modo de avaliar os estudantes, ela opta por um sistema no qual
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Pedagogia
A reflexão sobre o ensino de filosofia na Educação Básica envolve diferentes abordagens. Franklin Leopoldo e Silva, por exemplo, questiona se a História da Filosofia deve ser o centro ou apenas um referencial do currículo: como centro, organiza o conteúdo; como referencial, submete-se às questões filosóficas. Diante disso, pode-se considerar o desdobramento de três eixos curriculares: o histórico, que segue uma certa ordem centrada na produção das obras filosóficas, mas que pode se tornar enciclopédico; o temático, que aborda temas filosóficos próximos da vivência dos estudantes; e o problemático, que organiza o ensino em torno de problemas filosóficos, que, conforme Silvio Gallo, permite integrar tanto os temas quanto a História da Filosofia e convidar o estudante ao exercício de elaboração de conceitos filosóficos.
Conforme as propostas e diretrizes mais atuais do ensino de filosofia, espera-se que os estudantes se apropriem dos conteúdos desse componente curricular. Dessa forma, como parte dos processos de ensino e de aprendizagem, um tipo de avaliação pertinente é a
Conforme as propostas e diretrizes mais atuais do ensino de filosofia, espera-se que os estudantes se apropriem dos conteúdos desse componente curricular. Dessa forma, como parte dos processos de ensino e de aprendizagem, um tipo de avaliação pertinente é a
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
Segundo bell hooks, a violência de gênero, especialmente a direcionada às mulheres, está intrinsecamente ligada a um sistema patriarcal de desigualdade e dominação. A partir de uma lente interseccional, bell hooks argumenta que o machismo, a supremacia branca e as desigualdades de classe não atuam isoladamente, mas se entrelaçam e se reforçam, intensificando a violência sofrida por mulheres, em especial as mulheres negras, que se encontram na intersecção de múltiplas opressões. Esses sistemas de poder são usados para controlar e subjugar, e a violência simbólica, perpetrada pela cultura e suas representações, normaliza e agrava a desigualdade de gênero, tornando-se ainda mais perniciosa ao invisibilizar as experiências de violência de quem já enfrenta preconceitos acumulados. Em seu livro Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade (2013), enfatiza a importância da educação como um processo de transformação e de libertação, desafiando as estruturas de poder e as formas tradicionais de ensino. Para a autora, a educação deve ser uma prática política que incite a reflexão crítica, o engajamento e a busca por justiça social.
Nesse contexto, pode-se afirmar que, para bell hooks, a educação libertadora deve considerar aspectos como
Nesse contexto, pode-se afirmar que, para bell hooks, a educação libertadora deve considerar aspectos como
Concurso:
PND - Prova Nacional Docente
Disciplina:
Filosofia
Em uma escola pública de Ensino Médio, após episódios de comentários sexistas entre os estudantes, a professora de filosofia propõe rodas de conversa para discutir as causas estruturais da violência de gênero. Inspirada na obra Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade (2013), de bell hooks, essa professora organiza debates mediados pelos próprios estudantes, com o objetivo de tornar a sala de aula um espaço democrático e crítico. Durante a atividade, ela compartilha sua motivação: “Fazer da sala de aula um contexto democrático onde todos sintam a responsabilidade de contribuir é um objetivo central da pedagogia transformadora”. Com base nesse princípio, os estudantes elaboram perguntas e hipóteses a partir de suas vivências, promovendo reflexões coletivas e construindo estratégias para enfrentar a desigualdade de gênero.
Caracteriza-se como conclusão compatível com a análise crítica desenvolvida pelos estudantes, promovendo também sua autonomia intelectual, a
Caracteriza-se como conclusão compatível com a análise crítica desenvolvida pelos estudantes, promovendo também sua autonomia intelectual, a