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“No Ensino Fundamental, o componente curricular Arte está centrado nas seguintes linguagens: as Artes Visuais, a Dança, a Música e o Teatro. A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística, quais sejam: criação, crítica, estesia, expressão, fruição e reflexão.” (BNCC) A dimensão estesia refere-se:
“A Unidos de Vila Isabel levou para a Marquês de Sapucaí no Carnaval 2026 o enredo ‘Macumbembê, Samborembá: Sonhei que um Sambista Sonhou a África’, uma homenagem a Heitor dos Prazeres.” (Revista Exame)
Além do papel fundamental que exerceu no mundo do samba e de diferentes agremiações musicais, Heitor dos Prazeres produziu quadros – mais de 620 obras – que retratavam o cotidiano das comunidades mais pobres, das festas populares, sobretudo do samba e do carnaval, além das celebrações religiosas de matriz africana. O conjunto de sua produção plástica é classificado, por suas características formais, como parte da seguinte tendência:
“Além do conhecimento artístico como experiência estética direta da obra de arte, o universo da arte contém também um outro tipo de conhecimento, gerado pela necessidade de investigar o campo artístico como atividade humana.” (PCN – Arte)
Segundo o referido documento, o fenômeno artístico é delimitado, portanto, como produto:
Questão Anulada
Dentre as manifestações populares que marcam o calendário cultural da cidade de Armação de Búzios, destacamos:
“Arte não consegue reproduzir natureza, nem este é seu fim. Todos os grandes artistas, ora conscientes (Rafael das Madonas, Rodin de Balzac, Beethoven da Pastoral, Machado de Assis do Braz Cubas) ora inconscientes (a grande maioria), foram deformadores da natureza. Donde infiro que o belo artístico será tanto mais artístico quanto mais se afastar do belo natural. Outros infiram o que quiserem. Pouco me importa”. (Mário de Andrade)
O texto acima, prefácio do livro Pauliceia Desvairada (1922), faz referência às ideias que fundamentaram a Semana de Arte Moderna, em fevereiro de 1922, no Theatro Municipal de São Paulo. Consideramos como precursoras do referido marco na história da arte brasileira as exposições dos seguintes artistas plásticos, nos anos de 1913 e 1917, respectivamente: