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Um paciente é admitido em uma unidade hospitalar com queixas de dor abdominal intensa e febre. Durante a admissão, a equipe de enfermagem registra o nome completo do paciente, data e hora de chegada, condições gerais no momento da entrada, presença de acompanhante, queixas principais, doenças pregressas relevantes, medicações em uso, histórico de alergias e realiza a verificação dos sinais vitais, além de informar o paciente sobre a rotina da unidade e o plano de atendimento inicial. Tais procedimentos são essenciais para o registro adequado na evolução de enfermagem.
Na admissão de um paciente, o registro de enfermagem deve contemplar, obrigatoriamente, o nome completo, data e hora de chegada, queixas principais, histórico de alergias e medicações em uso, bem como as condições gerais do paciente no momento da entrada, fornecendo um panorama inicial essencial para o plano de cuidados.
Ao receber um paciente em estado grave na unidade de terapia intensiva, o enfermeiro deve registrar detalhadamente as condições de chegada, incluindo nível de consciência, presença de dor, sinais vitais e integridade da pele, além de comunicar o plano terapêutico inicial à família, garantindo a continuidade do cuidado e o respeito aos direitos do paciente.
A Atenção à Pessoa com Deficiência no âmbito do SUS preconiza a garantia de acesso universal e equitativo aos serviços de saúde, com adaptações razoáveis e recursos de acessibilidade, visando promover a autonomia e a inclusão social, sendo o enfermeiro peça fundamental na identificação de necessidades e no planejamento de cuidados individualizados.
A alta de um paciente hospitalizado é considerada completa e segura quando o médico responsável assina o prontuário específico de alta, detalhando a data e horário da liberação, as condições do paciente no momento da saída, os procedimentos realizados, as medicações utilizadas durante o atendimento e as orientações claras para o seguimento do tratamento em domicílio, incluindo dieta e cuidados específicos.