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De acordo com a 3ª Diretriz Brasileira de Transplante Cardíaco (2018), em relação ao Transplante Cardíaco (TxC) e a Disfunção Primária do Enxerto (DPE) como potencial complicação pós-operatória, e? correto afirmar: 
Paciente de 50 anos de idade, em PO imediato de transplante cardíaco, tempo de CEC de 185 min, tempo isquemia de 4h. Admitido em leito de UTI, apresenta os seguintes parâmetros em cateter de artéria pulmonar: IC de 1,9 L/Min/m2, PVC de 17 mmHg (pressão venosa central de 8 a 12 mmHg), pressão capilar pulmonar de 23 mmHg, evoluindo com hipotensão, refratária à reposição de cristaloide, sendo necessário início de vasopressores e implante de balão intra-aórtico. Paciente apresenta painel imunológico 0 e provas cruzadas negativas. Nesse cenário, a provável etiologia da instabilidade hemodinâmica será: 
Homem, 49 anos de idade, com miocardiopatia dilatada, INTERMACS 2, foi submetido à implantação de dispositivo de Assistência Ventricular Esquerda (LVAD) tipo contínuo como ponte para transplante. Dois meses após o implante, retornou ao ambulatório com queixa de fadiga e queda da pressão arterial com piora de classe funcional. Exames laboratoriais mostraram elevação de bilirrubinas, TGO e TGP. O hemograma e o PCR (Proteína C Reativa) estavam normais, o INR era de 3,5. Ao exame físico, apresentou PAM de 60 mmHg, turgência jugular, pele fria, sem febre. Ausculta cardíaca sem bulhas audíveis. Os parâmetros de consumo de energia do dispositivo estão normais. Considerando os dados do exame físico e a história do paciente, qual o diagnóstico mais provável e conduta? 
Homem, 65 anos de idade, branco (pele clara), agricultor, realizou transplante cardíaco há 5 anos, comparece à consulta de rotina. De antecedentes, ele é ex-tabagista com carga tabágica de 40 anos-maço. Está assintomático. Imunossu pressão com everolimo e prednisona. Não realizou exames oncológicos nos últimos 2 anos. Qual das seguintes estratégias de rastreamento é mais adequada para este paciente, considerando as recomendações da diretriz brasileira? 
Paciente de 60 anos de idade, 1 ano após transplante cardíaco, apresenta creatinina de 2,6 mg/dL (prévia: 1,3 mg/dL), proteinúria subnefrótica e hipertensão arterial. Está em uso de tacrolimo, micofenolato e prednisona. Exames mostram HbA1c de 6,9%, LDL de 160 mg/dL, ácido úrico elevado e taxa de filtração glomerular estimada de 38 mL/min. Qual das condutas a seguir está mais alinhada às recomendações da diretriz brasileira para manejo pós transplante nesse cenário?