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“O elemento crucial na manufatura do açúcar foram os escravos. Suas condições de vida e trabalho são fundamentais para explicar a natureza da sociedade que se originou da economia açucareira.”

(SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 122)

A escravidão foi uma das bases das atividades desenvolvidas durante o período colonial no Brasil, tendo deixado raízes que marcaram a sociedade brasileira mesmo após a abolição da escravatura no final do século XIX. Essa dinâmica, com o predomínio da mão de obra africana, marca um traço distintivo da colonização portuguesa. Neste sentido, diversas são as razões apontadas pelos historiadores para a escolha da mão de obra africana como base do sistema escravista colonial. Dentre os enunciados abaixo, assinale a alternativa que apresenta uma razão incorreta para este predomínio:
“Não é exato falar de um ciclo histórico da produção açucareira, como foi tradicional entre os historiadores. “Ciclo” dá a ideia de surgimento, ascensão e fim de uma atividade econômica, o que certamente não foi o caso do açúcar ou de outros produtos, como o café. O avanço da exploração do ouro no século XVIII, por exemplo, não significou o fim da economia açucareira. É mais adequado falar em conjunturas, ou seja, fases melhores ou piores, embora possamos dizer que, em meados do século XIX, o açúcar deixou de cumprir papel dominante na economia do país.”

(FAUSTO, Boris. História do Brasil. 14ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2024. p. 72)

Conforme afirmou Boris Fausto, a predominância do açúcar na economia nacional não significou a inexistência de outras atividades produtivas, em especial aquelas voltadas para o mercado interno. É neste sentido que podemos entender, por exemplo, o papel da pecuária na economia nacional. Sobre a pecuária durante o período colonial, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:

“Em consequência dessas informações, o governo português arrendou, por três anos, em 1502, a exploração do pau-brasil a comerciantes. A obrigação destes era construir um forte e enviar navios que explorassem anualmente trezentas léguas de litoral. Em contrapartida, tinham isenção fiscal no primeiro ano de contrato, passando a pagar 1/6 de direitos reais no segundo ano e ¼ no terceiro. Há indicações de que o sistema deu bons lucros a ambas as partes. Em 1503, o grupo comercial enviou uma segunda expedição exploradora provavelmente responsável pela fundação da feitoria de Cabo Frio, destinada à extração de pau-brasil.”


(WEHLING, Arno. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. p. 45)



O sistema, estabelecido no período pré-colonial, através do qual estabeleceu-se o monopólio sobre a exploração do pau-brasil era conhecido como: 

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A partir da leitura do poema e ao interpretar a Escola Literária do autor Cruz e Sousa, podem-se destacar como características estéticas deste movimento:
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A Escola Literária Simbolista começa a se definir com clareza a partir do ano de 1891, com o surgimento de poetas em torno do jornal carioca Folha Popular, que começou a publicar artigos de autores deste viés estético-literário. Esse movimento se consolida com o lançamento da obra: