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Um paciente do sexo masculino,82 anos, passou por avaliação fonoaudiológica e apresenta as seguintes características: voz monótona e soprosa, intensidade diminuída, imprecisão articulatória, tremores de lábios e língua e ressonância hipernasal. Com base nesses achados, o diagnóstico mais provável é disartria do tipo:
Com relação ao desenvolvimento da leitura e da escrita em crianças, pode-se afirmar que:
Trata-se de uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por dificuldades persistentes na aquisição e no uso da linguagem, manifestadas por vocabulário limitado, estrutura frásica reduzida e comprometimento do discurso, que não podem ser atribuídas a déficits sensoriais, motores, neurológicos, intelectuais, emocionais ou à privação ambiental. Essas dificuldades interferem na comunicação social, no desempenho acadêmico ou ocupacional e se manifestam desde o início do desenvolvimento. De acordo com o DSM-5, essa descrição corresponde ao diagnóstico de Transtorno:
A avaliação acústica da voz é um recurso instrumental importante na análise objetiva de parâmetros vocais. Entre as medidas extraídas, destacam-se o jitter e o shimmer, que podem ser identificados como:
Mulher de 47 anos, professora, procura atendimento fonoaudiológico com queixa de rouquidão persistente há cerca de 8 meses, piorando ao final do dia. Relata sensação de esforço ao falar, fadiga vocal e episódios frequentes de pigarro. Durante a anamnese, relatou alta demanda vocal diária e ausência de repouso vocal adequado. A videolaringoscopia evidenciou presença de lesão em prega vocal e comportamento vocal inadequado. Considerando os achados clínicos e instrumentais, a disfonia apresentada, segundo Behlau e Pontes (1995), é classificada como: