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Ao socializarem uma sistematização do trabalho pedagógico sobre a “Cultura Corporal Afrobrasileira”, Climaco, Santos e Taffarel (2018) mobilizam os valores civilizatórios afro-brasileiros, a Pedagogia Histórico-crítica e a Metodologia de Ensino da Educação Física Crítico-superadora. Além disso, as autoras sublinham as ações que materializem a Lei nº 10.639/03 e, consequentemente, garantem o acesso ao conjunto de conhecimentos negligenciados na educação básica. Nesse sentindo, Climaco, Santos e Taffarel (2018) definem a “Cultura Corporal Afro-brasileira” como:
A Educação Física escolar sofreu interferência de diversos elementos sociais ao longo do tempo. Nesse sentido, segundo o Coletivo de Autores (2012), a perspectiva da Educação Física escolar cujo objeto de estudo é o desenvolvimento da aptidão física do ser humano tem contribuído historicamente para a defesa:
Dentro do amplo acervo da cultura corporal, as danças populares são práticas marcadas pela coletividade, uma vez que surgem enquanto manifestação coletiva de uma região. Diante da necessidade de valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, conforme estabelece a Base Nacional Comum Curricular, uma professora da rede municipal de Arapiraca – AL planejou um conjunto de aulas para a tematização das danças populares, incluindo o coco de roda.

Entre os possíveis aspectos abordados nas aulas sobre o coco de roda, estão:
O Século XIX é particularmente importante para o entendimento da Educação Física, uma vez que é neste século em que se elaboram conceitos básicos sobre o corpo e a sua utilização enquanto força de trabalho. Conforme relata Carmen Lúcia Soares (2001), para manter a sua hegemonia, a burguesia necessita investir na construção de um homem novo, um homem que possa suportar uma nova ordem política, econômica e social, um novo modo de reproduzir a vida sob novas bases. Nesse período, de acordo com a autora, a Educação Física torna-se:
Ao refletir sobre o Esporte escolar no Brasil, Costa (2015) sublinha a força da influência mercadológica, midiática e da espetacularização esportiva para dentro da Educação Física escolar, sugerindo padrões de performance e rendimento máximo. Nesse sentido, o autor propõe saídas para a construção do esporte dentro das instituições de educação básica, como transformar as regras de acordo com os interesses da turma, bem como buscar construir novas práticas esportivas. Logo, Costa (2015) defende que o esporte escolar possibilite ao estudante: