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Concurso:
Prefeitura de Riachão do Jacuípe - BA
Disciplina:
História
A economia colonial brasileira integrou-se ao
processo de expansão do capitalismo comercial
europeu, articulando-se a circuitos mais amplos
de produção e circulação. Essa inserção
implicou formas específicas de organização
econômica e social, nas quais diferentes níveis
de determinação se combinavam na constituição
da dinâmica colonial.
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil. 5. ed. São Paulo: Globo, 2006. Adaptado.
A compreensão da economia colonial exige distinguir, com precisão, o papel das determinações externas e das mediações internas na configuração de sua estrutura histórica. A formulação conceitualmente consistente dessa relação pressupõe reconhecer que o Brasil colonial
FERNANDES, Florestan. A revolução burguesa no Brasil. 5. ed. São Paulo: Globo, 2006. Adaptado.
A compreensão da economia colonial exige distinguir, com precisão, o papel das determinações externas e das mediações internas na configuração de sua estrutura histórica. A formulação conceitualmente consistente dessa relação pressupõe reconhecer que o Brasil colonial
Concurso:
Prefeitura de Riachão do Jacuípe - BA
Disciplina:
História
As sociedades pré-colombianas da América
desenvolveram formas complexas de
organização social e política antes da conquista
europeia. Civilizações como astecas e incas
estruturaram sistemas de poder, baseados na
articulação entre autoridade política, organização
religiosa e controle da produção agrícola, com
destaque para técnicas adaptadas a diferentes
condições ambientais.
BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina: América Latina Colonial. São Paulo: Edusp, 2004. Adaptado.
A caracterização das sociedades pré-colombianas como formas sociais simples e homogêneas implica um erro de interpretação histórica ao desconsiderar a complexidade de suas estruturas de organização social, política e econômica, uma vez que essas sociedades
BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina: América Latina Colonial. São Paulo: Edusp, 2004. Adaptado.
A caracterização das sociedades pré-colombianas como formas sociais simples e homogêneas implica um erro de interpretação histórica ao desconsiderar a complexidade de suas estruturas de organização social, política e econômica, uma vez que essas sociedades
Concurso:
Prefeitura de Riachão do Jacuípe - BA
Disciplina:
Economia
A inserção das economias latino-americanas
no mercado mundial não corresponde a um
processo de desenvolvimento autônomo, mas a
uma forma específica de integração subordinada
à dinâmica do capital internacional. Nesse
quadro, a dependência se manifesta por meio da
transferência de valor e da superexploração do
trabalho, mecanismos que permitem compensar
as desvantagens estruturais dessas economias
no interior do sistema capitalista global.
MARINI, Ruy Mauro. Dialética da dependência. In: TRASPADINI, Roberta; STEDILE, João Pedro (orgs.) Ruy Mauro Marini: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2005. Adaptado.
A interpretação da globalização como processo de intensificação da integração econômica internacional frequentemente sustenta que a reorganização das cadeias globais de valor e a ampliação dos fluxos de capital configuram uma nova etapa do capitalismo, marcada pela redefinição das relações entre economias centrais e periféricas.
A partir desse quadro teórico, o fenômeno da globalização
MARINI, Ruy Mauro. Dialética da dependência. In: TRASPADINI, Roberta; STEDILE, João Pedro (orgs.) Ruy Mauro Marini: vida e obra. São Paulo: Expressão Popular, 2005. Adaptado.
A interpretação da globalização como processo de intensificação da integração econômica internacional frequentemente sustenta que a reorganização das cadeias globais de valor e a ampliação dos fluxos de capital configuram uma nova etapa do capitalismo, marcada pela redefinição das relações entre economias centrais e periféricas.
A partir desse quadro teórico, o fenômeno da globalização
Concurso:
Prefeitura de Riachão do Jacuípe - BA
Disciplina:
História
A Guerra Fria caracterizou-se por uma tensão
permanente entre as superpotências, baseada
na combinação de dissuasão nuclear, rivalidade
ideológica e competição por zonas de influência.
Esse sistema não eliminava os conflitos,
mas os deslocava para formas indiretas de
enfrentamento, evitando a guerra nuclear entre
Estados Unidos e União Soviética.
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914– 1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
No interior da formulação estratégica da política externa dos Estados Unidos no início da Guerra Fria, a interpretação de que a expansão soviética deveria ser enfrentada por meio de um processo contínuo de limitação geopolítica, sem confronto direto, tornou-se um dos fundamentos da atuação norteamericana no cenário internacional.
A denominação historicamente consagrada dessa estratégia é
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos: o breve século XX (1914– 1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
No interior da formulação estratégica da política externa dos Estados Unidos no início da Guerra Fria, a interpretação de que a expansão soviética deveria ser enfrentada por meio de um processo contínuo de limitação geopolítica, sem confronto direto, tornou-se um dos fundamentos da atuação norteamericana no cenário internacional.
A denominação historicamente consagrada dessa estratégia é
Concurso:
Prefeitura de Riachão do Jacuípe - BA
Disciplina:
História
A Revolução Industrial consolidou profundas transformações na Inglaterra, com a introdução de novas técnicas,
a ampliação do uso de máquinas e a reorganização dos espaços produtivos. Esse processo esteve associado à
concentração das atividades produtivas em unidades maiores, à intensificação do ritmo de trabalho e à crescente
especialização das tarefas.
HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: 1789–1848. 25. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2012. Adaptado.
A interpretação da Revolução Industrial como um processo de transformação estrutural das relações sociais implica reconhecer que sua especificidade histórica não se reduz à inovação técnica, mas tem como fundamento principal a
HOBSBAWM, Eric J. A era das revoluções: 1789–1848. 25. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2012. Adaptado.
A interpretação da Revolução Industrial como um processo de transformação estrutural das relações sociais implica reconhecer que sua especificidade histórica não se reduz à inovação técnica, mas tem como fundamento principal a