Filtrar


Questões por página:
Escolar de 7 anos vem encaminhado para serviço de urgência, transferido de cidade de origem, no Agreste pernambucano, devido a quadro de esplenomegalia associada à pancitopenia. A criança esteve doente por 16 dias, com febre diária e hiporexia e há 2 dias o paciente reiniciou quadro de febre e astenia, com presença de alguns episódios de gengivorragia. Ao ser atendido em serviço de urgência pediátrica em Recife, foi observado que o paciente apresentava palidez cutâneo mucosa, sem queda do estado geral, com RCR 2T sopro holossitólico 3+/6+, murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios, com taquipneia leve, abdome globoso com hepatomegalia a 2 centímetros do RCD e esplenomegalia a 4 cm RCE. Realizados exames iniciais que evidenciaram Hb 7,1 leucometria 2300, com células habituais no esfregaço periférico e, em exame medular, plaquetas 70 mil. Realizados exames específicos que confirmaram a hipótese diagnóstica, sendo começado tratamento com boa resposta. Baseado no mais provável diagnóstico, qual seria um critério de cura durante o tratamento?
Gestante de 30 anos, idade gestacional 41semanas e 4 dias, entra em trabalho de parto mantendo bolsa amniótica íntegra. À chegada ao hospital, estava com 5 cm de dilatação e foi progredindo de forma adequada. No período expulsivo, a gestante iniciou quadro de fadiga e dificuldade de prosseguir com parto vaginal; no entanto, como paciente na posição +3 de DeLee, a equipe forneceu mel à paciente e incentivou a manutenção da via de parto. Em pouco tempo, houve presença de líquido tinto de mecônio e bradicardia fetal. A equipe conseguiu retirada do concepto após segunda tentativa de uso de vácuo extrator. A criança nasceu deprimida com líquido amniótico meconial. Realizadas as medidas assistenciais, a criança manteve padrão de desconforto respiratório, sendo direcionada à UTI.
De acordo com sua hipótese diagnóstica e sua fisiopatologia, o que justificaria a hipertensão pulmonar que pode se manifestar como complicação?
Lactente de 10 meses vem para consulta de rotina. Genitores negavam queixas, e o seguimento do paciente vinha de forma adequada, com bom desenvolvimento e crescimento. Ao exame físico, bom estado geral, corado, RCR 2T BNF sem sopros, murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios, abdome semigloboso sem visceromegalias, genitália feminina, fontanela anterior patente e normotensa. A criança andava com apoio, batia palmas e interagia bem com a equipe. Peso e estatura adequados e perímetro cefálico 41 cm.
Como classificar o desenvolvimento da criança?

Imagem associada para resolução da questão
Felipe de 9 anos em uso de corticoide inalado em baixa dose, na consulta com o pediatra geral, relata que, no último mês, apresentou dificuldade para dormir e precisou interromper sua participação no campeonato de futebol da escola. Tem levado o salbutamol inalatório para a escola e usou quase diariamente, embora mantenha a função pulmonar normal. Não precisou procurar atendimento médico em nenhum momento. O exame físico da criança era normal no momento da consulta.
Qual sua orientação à família, além de reforçar o controle ambiental?
Rhaissa de 6 anos é avaliada em consulta de pediatria, sendo identificada telarca com Tanner M2P1 à direita e M1P1 à esquerda. Genitora e criança negavam queixas. Esta apresentava crescimento e desenvolvimento compatíveis com idade e sexo, bem como velocidade de crescimento normal. Não foram observados sinais clínicos de virilização, sendo ausentes os pelos pubianos e axilares. Foi solicitada radiografia de mãos e punhos, confirmando compatibilidade entre idade óssea e idade cronológica.
Qual a sua orientação diante do caso?