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A análise da gênese do Serviço Social, especialmente no contexto brasileiro, revela que sua institucionalização está intrinsecamente ligada às transformações sociais e econômicas decorrentes do processo de industrialização, marcadas pela emergência da classe trabalhadora e pela necessidade de gerenciar as tensões sociais inerentes à luta de classes e à manutenção da ordem burguesa hegemônica.
A educação antirracista, em sua essência, busca desconstruir estereótipos e preconceitos arraigados na sociedade, promovendo o reconhecimento e a valorização da diversidade étnico-racial e a igualdade de oportunidades para todos os grupos, o que se reflete na necessidade de currículos e práticas pedagógicas que abordem criticamente as relações raciais.
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS), em sua concepção, organiza os serviços, benefícios e direitos socioassistenciais de forma a garantir a proteção social a todos os cidadãos, independentemente de sua condição socioeconômica, e sua operacionalização se dá por meio de uma rede de equipamentos públicos e privados, com diretrizes claras de financiamento e gestão.
Em um cenário de crescente conscientização sobre os direitos fundamentais, a busca ativa por estudantes em situação de vulnerabilidade e o combate à evasão escolar são estratégias essenciais para garantir a permanência no sistema educacional, promovendo a inclusão e o respeito à diversidade, o que se alinha aos princípios de proteção integral e direitos humanos.
A profissão de Serviço Social, ao se inserir na divisão social do trabalho, desenvolveu-se como uma resposta técnica às demandas sociais geradas pelo capitalismo industrial e pela expansão urbana, atuando diretamente com as classes trabalhadoras e subalternas em meio às contradições e desigualdades produzidas por esse sistema.