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Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Ciências
Leia o texto a seguir.
Para calibrar um modelo numérico da variação anual da trajetória aparente do Sol no céu, uma equipe de astrônomos coletou dados em diferentes observatórios. Em cada local, registraram as coordenadas geográficas, a data da observação e os horários de nascer e pôr do Sol.

Os registros apresentados para as cidades I, II, III e IV correspondem, respectivamente, a:
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Engenharia Agronômica (Agronomia)
Leia o caso a seguir.
Durante o planejamento de um experimento com alface (Lactuca sativa), um agrônomo considerou que essa cultura se desenvolve melhor em solos com pH levemente ácido a neutro, baixos valores de salinidade, boa estrutura física, sem compactação excessiva, e teores adequados de alguns cátions, como cálcio e magnésio.
Em uma região onde parte das lavouras vem sendo irrigada com água de reuso, ele solicitou a análise de duas áreas, I e II, cogitadas para o plantio. O laudo do laboratório apresentou os seguintes resultados:
Para tornar viável o plantio de alface, quais práticas de manejo do solo devem ser empregadas nas áreas I e II?
Durante o planejamento de um experimento com alface (Lactuca sativa), um agrônomo considerou que essa cultura se desenvolve melhor em solos com pH levemente ácido a neutro, baixos valores de salinidade, boa estrutura física, sem compactação excessiva, e teores adequados de alguns cátions, como cálcio e magnésio.
Em uma região onde parte das lavouras vem sendo irrigada com água de reuso, ele solicitou a análise de duas áreas, I e II, cogitadas para o plantio. O laudo do laboratório apresentou os seguintes resultados:
Para tornar viável o plantio de alface, quais práticas de manejo do solo devem ser empregadas nas áreas I e II?
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Pedagogia
Leia o caso a seguir.
Durante uma formação sobre a BNCC em Ciências da Natureza, o coordenador pediu que o grupo comentasse o documento.
O Professor I iniciou a discussão: — Quando leio a BNCC de Ciências, não vejo só uma lista neutra de conteúdos. É um texto que seleciona certos modos de explicar corpo, ambiente e matéria como legítimos na escola. Quando isso vira currículo, acabamos formando um certo tipo de estudante de Ciências, que aprende a se reconhecer dentro dessa maneira específica de organizar conceitos e modelos, enquanto outras formas de se perceber e de perceber o mundo vão ficando em segundo plano.
O Professor II acrescentou: — Concordo que o currículo produz esse tipo de sujeito, mas me preocupo também com a história dessas escolhas. A forma como a BNCC seleciona determinados temas, fala de tecnologia e quase não traz certos saberes do trabalho ou da comunidade está ligada a disputas sobre o que conta como conhecimento escolar. As explicações que aparecem ali foram sendo construídas ao longo do tempo por grupos, instituições e interesses, e tratá-las como naturais pode apagar essa trajetória e as desigualdades envolvidas.
Por fim, o Professor III comentou: — Eu entendo de forma mais direta. A BNCC de Ciências organiza o que os estudantes precisam aprender em cada ano: observar fenômenos, fazer experiências simples, registrar resultados e chegar às explicações mais gerais. Se seguimos essa sequência de conteúdos e habilidades, eles vão acumulando informações confiáveis e confirmam, nas atividades práticas, as explicações que a ciência apresenta. Para mim, o currículo é esse plano bem estruturado que orienta passo a passo o que ensinar em cada etapa.
A relação entre as falas dos professores e as concepções de currículo e de ciência é caracterizada como:
Durante uma formação sobre a BNCC em Ciências da Natureza, o coordenador pediu que o grupo comentasse o documento.
O Professor I iniciou a discussão: — Quando leio a BNCC de Ciências, não vejo só uma lista neutra de conteúdos. É um texto que seleciona certos modos de explicar corpo, ambiente e matéria como legítimos na escola. Quando isso vira currículo, acabamos formando um certo tipo de estudante de Ciências, que aprende a se reconhecer dentro dessa maneira específica de organizar conceitos e modelos, enquanto outras formas de se perceber e de perceber o mundo vão ficando em segundo plano.
O Professor II acrescentou: — Concordo que o currículo produz esse tipo de sujeito, mas me preocupo também com a história dessas escolhas. A forma como a BNCC seleciona determinados temas, fala de tecnologia e quase não traz certos saberes do trabalho ou da comunidade está ligada a disputas sobre o que conta como conhecimento escolar. As explicações que aparecem ali foram sendo construídas ao longo do tempo por grupos, instituições e interesses, e tratá-las como naturais pode apagar essa trajetória e as desigualdades envolvidas.
Por fim, o Professor III comentou: — Eu entendo de forma mais direta. A BNCC de Ciências organiza o que os estudantes precisam aprender em cada ano: observar fenômenos, fazer experiências simples, registrar resultados e chegar às explicações mais gerais. Se seguimos essa sequência de conteúdos e habilidades, eles vão acumulando informações confiáveis e confirmam, nas atividades práticas, as explicações que a ciência apresenta. Para mim, o currículo é esse plano bem estruturado que orienta passo a passo o que ensinar em cada etapa.
A relação entre as falas dos professores e as concepções de currículo e de ciência é caracterizada como:
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Biologia
Leia o caso a seguir.
Em uma lagoa rasa, a comunidade de algas que recobre pedras e troncos submersos é composta por diversas espécies. Experimentos anteriores mostram que, na ausência de herbivoria, uma alga filamentosa do gênero Cladophora sp. cresce mais rapidamente que as demais, forma tapetes espessos sobre o substrato e, com o tempo, leva à exclusão local de espécies de crescimento mais lento. Nessa lagoa vive uma rã nativa Hyla sp., cuja fase larval permanece na água raspando algas sobre as superfícies submersas, com forte consumo sobre Cladophora sp., o que contribui para manter sua biomassa sob controle e favorecer a coexistência entre as diferentes algas. Os adultos de Hyla sp. são carnívoros, consumindo artrópodes na vegetação marginal, sem atuação direta sobre as algas. Após a introdução de um peixe exótico onívoro Lepomis sp., que se alimenta intensamente dos girinos de Hyla sp., pesquisadores construíram uma simulação computacional de um ambiente simplificado contendo apenas o peixe exótico, a rã Hyla sp. e a comunidade de algas, com o objetivo de analisar isoladamente os efeitos dessa nova predação sobre a estrutura da comunidade de produtores.
A introdução da espécie exótica nesse ambiente simulado levará
Em uma lagoa rasa, a comunidade de algas que recobre pedras e troncos submersos é composta por diversas espécies. Experimentos anteriores mostram que, na ausência de herbivoria, uma alga filamentosa do gênero Cladophora sp. cresce mais rapidamente que as demais, forma tapetes espessos sobre o substrato e, com o tempo, leva à exclusão local de espécies de crescimento mais lento. Nessa lagoa vive uma rã nativa Hyla sp., cuja fase larval permanece na água raspando algas sobre as superfícies submersas, com forte consumo sobre Cladophora sp., o que contribui para manter sua biomassa sob controle e favorecer a coexistência entre as diferentes algas. Os adultos de Hyla sp. são carnívoros, consumindo artrópodes na vegetação marginal, sem atuação direta sobre as algas. Após a introdução de um peixe exótico onívoro Lepomis sp., que se alimenta intensamente dos girinos de Hyla sp., pesquisadores construíram uma simulação computacional de um ambiente simplificado contendo apenas o peixe exótico, a rã Hyla sp. e a comunidade de algas, com o objetivo de analisar isoladamente os efeitos dessa nova predação sobre a estrutura da comunidade de produtores.
A introdução da espécie exótica nesse ambiente simulado levará
Concurso:
Prefeitura de Senador Canedo - GO
Disciplina:
Física
Leia o caso a seguir.
Três lâmpadas incandescentes ideais, todas projetadas para funcionar em 12 V, são identificadas pelos seguintes códigos e especificações de catálogo:
• L1: 12 V – 12 W • L2: 12 V – 9 W • L3: 12 V – 6 W
Considere que, em funcionamento, essas lâmpadas se comportam como resistores ôhmicos, cuja resistência pode ser determinada a partir de seus valores nominais de tensão e potência, e que o brilho é diretamente proporcional à taxa de transformação de energia elétrica em energia luminosa e térmica em cada lâmpada. Uma bateria ideal de 12 V é utilizada em três montagens distintas:
• Montagem I – L1, L2 e L3 ligadas em paralelo, cada uma diretamente aos terminais da bateria.
• Montagem II – L1, L2 e L3 ligadas em série, formando um único ramo alimentado pela bateria.
• Montagem III – L2 e L3 ligadas em paralelo entre si, e esse conjunto ligado em série com L1 aos terminais da bateria.
Nessas condições, em cada montagem, a relação entre os brilhos das lâmpadas, em ordem decrescente de intensidade luminosa, é
Três lâmpadas incandescentes ideais, todas projetadas para funcionar em 12 V, são identificadas pelos seguintes códigos e especificações de catálogo:
• L1: 12 V – 12 W • L2: 12 V – 9 W • L3: 12 V – 6 W
Considere que, em funcionamento, essas lâmpadas se comportam como resistores ôhmicos, cuja resistência pode ser determinada a partir de seus valores nominais de tensão e potência, e que o brilho é diretamente proporcional à taxa de transformação de energia elétrica em energia luminosa e térmica em cada lâmpada. Uma bateria ideal de 12 V é utilizada em três montagens distintas:
• Montagem I – L1, L2 e L3 ligadas em paralelo, cada uma diretamente aos terminais da bateria.
• Montagem II – L1, L2 e L3 ligadas em série, formando um único ramo alimentado pela bateria.
• Montagem III – L2 e L3 ligadas em paralelo entre si, e esse conjunto ligado em série com L1 aos terminais da bateria.
Nessas condições, em cada montagem, a relação entre os brilhos das lâmpadas, em ordem decrescente de intensidade luminosa, é