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Uma menina de 3 anos com massa em órbita esquerda (exoftalmia progressiva, sem dor) é submetida a biópsia, que confirma rabdomiossarcoma embrionário (ERMS). Imagem completa mostrou doença localizada,3 cm no maior diâmetro, sem metástases nem linfonodos. Ressecção cirúrgica com margens livres. De acordo com os protocolos COG/SIOP para RMS, qual é a abordagem terapêutica correta diante do quadro?
Uma menina de 12 anos foi diagnosticada com rabdomiossarcoma (RMS) alveolar em região parameníngea. A doença não foi ressecada. Estudos de imagem revelaram doença localizada, estádio 3, M0. A análise molecular identificou fusão PAX3‑FOXO1. Sobre as implicações clínicas e prognósticas desse achado molecular, é correto afirmar que:
Uma criança de 2 anos é diagnosticada com tumor de Wilms unilateral após hematúria macroscópica. Ultrassom abdominal evidenciou massa renal de 6 cm, sem metástases. A análise molecular revelou mutação germinal no gene WT1 (p.R394W). Exame clínico: sem aniridia, sem anomalias genitais, sem sinais de insuficiência renal. Sobre as principais implicações clínica e de vigilância da mutação germinal no gene WT1, é correto afirmar que:
Um menino de 10 anos teve um glioma de alto grau com ressecção subtotal e foi identificada a mutação BRAF V600E. Qual é a principal implicação dessa mutação?
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Qual é a conduta inicial apropriada no caso, considerando que se trata de síndrome de extravasamento capilar (Capillary Leak Syndrome – CLS) grau 3?