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Um paciente é encaminhado a um serviço de saúde mental apresentando delírios persecutórios persistentes, alucinações auditivas e um discurso desorganizado, com grande dificuldade em manter o contato com a realidade. Ele relata sentir-se constantemente vigiado e ameaçado por pessoas desconhecidas. Ao analisar o caso, o profissional de saúde mental precisa diferenciar entre quadros psicóticos e neuróticos. Com base nas características apresentadas, qual das alternativas abaixo melhor descreve a situação e a distinção entre neurose e psicose?
Um agente comunitário de saúde, ao visitar uma família em uma comunidade rural de Silveira Martins, percebe que um dos membros apresenta sinais de isolamento social, perda de interesse em atividades antes prazerosas e alterações no sono e apetite há vários meses. A família relata que ele "anda muito quieto" e "parece desanimado". O agente, com formação em promoção da saúde mental, sabe da importância de identificar precocemente sinais de sofrimento psíquico. Qual das alternativas abaixo descreve a abordagem mais adequada para este caso, considerando a perspectiva de saúde e doença mental?
No contexto da psicologia brasileira, a década de 1960 e 1970 foi marcada por intensos questionamentos e transformações. Um psicólogo que estuda a história da área no país se depara com o surgimento de novas abordagens e a crítica aos modelos importados. Considerando o desenvolvimento da psicologia social no Brasil, qual das alternativas abaixo reflete um marco importante desse período e suas influências?
Um paciente chega ao consultório com queixas de ansiedade generalizada, insônia e dificuldade de concentração, que se intensificaram após um período de estresse intenso no trabalho. O psicólogo, ao iniciar o processo de avaliação, busca não apenas identificar os sintomas, mas também compreender as causas subjacentes e os fatores que mantêm o quadro.
A análise institucional, corrente teórica com forte influência no Brasil, especialmente a partir da década de 1960, tem suas raízes em discussões que emergiram na França e na Argentina. Essa abordagem busca compreender as dinâmicas de poder, os processos grupais e as estruturas organizacionais, muitas vezes em contextos de crise e transformação.