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Em 31/12/2024, uma entidade apresentava os seguintes saldos em seu ativo circulante, no Balanço Patrimonial:
• Disponibilidades: R$ 10.000;
• Estoques: R$ 20.000; e
• Clientes: R$ 61.750.
O estoque era formado por 400 unidades do produto “X”. Cada unidade de estoque era vendida, na data, por R$ 54,00. Além disso, em notas explicativas a entidade informou que o saldo em “Clientes” era líquido das perdas estimadas com crédito de liquidação, que eram estimadas em 5% das vendas. Na elaboração do Balanço Patrimonial, em 31/12/2025, a entidade estimou inadimplência de 4%. Além disso, cada unidade do estoque, na data, era vendida por R$ 47,00. Em 31/12/2025, a entidade apresentou o Balanço Patrimonial do ano e a demonstração comparativa, referente a 31/12/2024.
Considerando apenas esses fatos, com base no Pronunciamento Técnico CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, assinale a opção que indica o saldo do ativo circulante, em 31/12/2025 e 31/12/2024, respectivamente.
Em 01/09/2025, a Cia. X adquiriu participação na Cia. Y por R$ 86.400. Na data, a Cia. Y apresentava os seguintes saldos em seu Balanço Patrimonial:
• Disponibilidades: R$ 20.000;
• Terrenos: R$ 70.000; e
• Patrimônio Líquido: R$ 90.000.
Na data da compra, no processo de alocação do preço pago, foi avaliado que os terrenos da Cia. Y apresentavam valor de mercado de R$ 80.000 e identificado que a Cia. Y tinha uma marca que podia ser mensurada por R$ 8.000.
Ao analisar os valores de aquisição, constatou-se que a Cia. X adquiriu a seguinte participação na Cia. Y:
Uma entidade adquiriu participação em uma investida em uma transação classificada como Compra Vantajosa, de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 15 (R1) - Combinação de Negócios. A entidade adquirente se certificou de que todos os ativos adquiridos e todos os passivos assumidos foram corretamente identificados.
Desse modo, a entidade adquirente deve reconhecer o acréscimo, na data da aquisição, diretamente na Demonstração
Em 2022, uma entidade recebeu uma subvenção governamental por meio de benefício fiscal. A entidade reconheceu a subvenção como receita ao longo do período. Para justificar o tratamento contábil da subvenção governamental como receita, a entidade forneceu os argumentos a seguir.
I. A subvenção governamental é recebida de uma fonte que não a dos acionistas e deriva de ato de gestão em benefício da entidade.
II. A subvenção governamental não é gratuita, de modo que a entidade ganhou efetivamente a receita quando cumpriu as regras das subvenções e determinadas obrigações.
III. Assim como os tributos são despesas reconhecidas no resultado, é julgado lógico registrar a subvenção governamental que é, em essência, uma extensão da política fiscal, como receita.
De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 07 (R1) - Subvenção e Assistência Governamentais, está correto o que se afirma em
Uma entidade que trabalha com tecnologia da informação desenvolveu, após anos de experiência, uma lista de clientes com nome, contato, histórico de compras e preferências. A lista é de acesso exclusivo da entidade. Apesar de não ser possível determinar com confiabilidade o custo da lista, a entidade estimava, em 31/12/2025, que ela poderia trazer benefícios econômicos futuros de R$ 30.000, em cinco anos.
Assinale a opção que indica o reconhecimento da lista de clientes no Balanço Patrimonial da entidade, em 31/12/2025.