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A Lei nº 14.254/2021 trouxe avanços significativos na atenção à saúde de crianças e adolescentes no contexto escolar, buscando integrar os serviços de saúde e educação. Um dos focos principais é a identificação precoce de condições que possam impactar o desenvolvimento e o aprendizado.
Um Agente Comunitário de Saúde (ACS) atua em um município do interior paulista e busca se atualizar sobre os requisitos legais para o exercício de sua função. Ele sabe que a Lei nº 11.350/2006 estabelece diretrizes importantes para sua categoria, incluindo critérios de formação e atuação.
Um paciente com histórico de hipertensão arterial e diabetes mellitus tipo 2, com 65 anos de idade, procura a unidade básica de saúde para acompanhamento. Ele refere aderência parcial ao tratamento medicamentoso e dificuldades em manter a dieta recomendada. O profissional de saúde precisa orientá-lo sobre as melhores práticas de manejo dessas condições crônicas, considerando as diretrizes atuais para a atenção a pacientes com múltiplas comorbidades.
Um enfermeiro em uma unidade de saúde mental atende um paciente que apresenta delírios persecutórios e agitação psicomotora. Durante a consulta, o paciente demonstra desconfiança em relação ao profissional e relata sentir-se observado. O enfermeiro precisa estabelecer uma comunicação terapêutica eficaz para acolher o paciente e iniciar o plano de cuidados, considerando o quadro psicopatológico apresentado.
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) é um marco fundamental para a organização das ações de saúde voltadas para o público infantil no Brasil. Ela aborda as especificidades do cuidado à criança em seus diferentes ciclos de vida, desde o nascimento até a adolescência, buscando garantir o desenvolvimento saudável e a redução da morbimortalidade. A política se estrutura em eixos estratégicos que orientam as práticas dos serviços de saúde.