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Uma mulher de 22 anos procurou o reumatologista com quadro
articular e recebeu diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico,
estando em tratamento com hidroxicloroquina. Iniciou falta de ar
aos esforços e inchaço nas pernas, apresentando pressão arterial
de 80 x 60 mmHg, frequência cardíaca de 105 bpm morfologia
pulso alternante e de pequena amplitude. Pressão venosa jugular
elevada. Ausculta cardíaca: bulhas hipofonéticas com ritmo
tríplice, bulha protodiastólica audível na ponta. Ausculta
pulmonar com presença de estertores bibasais. ECG: ritmo
sinusal taquicárdico. Bloqueio do ramo esquerdo do terceiro
grau. Ecodopplercardiograma com aumento das câmaras
esquerdas. Disfunção grave do ventrículo esquerdo com fração
de ejeção do ventrículo esquerdo de 23%. Movimento
assincrônico do septo interventricular. Derrame pericárdico
moderado.
A correlação do quadro clínico ecocardiográfico sugere que a possível complicação cardiovascular dessa paciente é devido a:
A correlação do quadro clínico ecocardiográfico sugere que a possível complicação cardiovascular dessa paciente é devido a:
Mulher de 60 anos, hipertensa, obesa e diabética, com
diagnóstico de câncer da mama e indicação de quimioterapia
com doxorrubicina (antraciclínico).
A monitoração cardiovascular, para identificar possível cardiotoxidade, deverá ser direcionada para:
A monitoração cardiovascular, para identificar possível cardiotoxidade, deverá ser direcionada para:
Um homem de 75 anos foi encaminhado a atendimento
especializado pelo médico de família com história de falta de ar
aos pequenos esforços e inchaço nas pernas. Portador de DPOC e
hipertensão arterial, usava verapamil e enalapril, porém, no
momento, ficou hipotenso, tendo que suspender os
medicamentos. Exame físico: pressão venosa elevada a 45 graus e
pressão arterial 90 X 70 mmHg. Ausculta cardíaca: bulhas
hipofonéticas. Ausculta respiratória: estertores finos bibasais.
ECG: ritmo sinusal. Eixo do QRS: 30 graus e com amplitude de
4 mm no plano frontal e de 7 mm no plano horizontal. Presença
de área inativa V1 até V4. Repolarização ventricular normal.
Ecocardiograma: hipertrofia concêntrica do ventrículo esquerdo e
fração de ejeção global e segmentar normais. BNP elevado.
Creatinina plasmática: 1,1 mg%; glicose: 100 mg%.
O cardiologista confirmou o diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada e suspeitou corretamente da seguinte etiologia:
O cardiologista confirmou o diagnóstico de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada e suspeitou corretamente da seguinte etiologia:
Paciente de 72 anos admitida na unidade cardiointensiva com dor
torácica súbita durante o velório do filho e com ECG mostrando
supradesnivelamento do segmento ST, nas derivações V1 até V6,
de 4 mm e intervalo QT prolongado. Foi realizada coronariografia,
sem evidência de lesões obstrutivas. As dosagens da troponina T
e do peptídeo natriurético cerebral estavam elevadas. Foi
também realizada ressonância cardíaca, sem achados de edema
miocárdio ou realce tardio (estudo com gadolínio) e acinesia da
região do ápice do ventrículo esquerdo.
A equipe multidisciplinar cardiovascular esteve reunida e definiu como diagnóstico mais provável:
A equipe multidisciplinar cardiovascular esteve reunida e definiu como diagnóstico mais provável:
Mulher de 42 anos com queixa de dor torácica e síncope aos
esforços. Exame físico: paciente obesa com pressão arterial
120 x 80 mmHg, pulso arterial 70 bpm, com morfologia
digitiforme. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular com
3 tempos, bulha protodiastólica e sopro de 3+/6+, na borda
esternal esquerda, que aumentava na posição ortostática e
reduzia quando acocorada.
Os achados clínicos são compatíveis com a seguinte enfermidade cardiovascular:
Os achados clínicos são compatíveis com a seguinte enfermidade cardiovascular: