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Paciente de 46 anos, sexo masculino, vai em consulta de rotina na unidade básica de saúde e tem a aferição da pressão arterial com valor de 135x85mmHg, repetida mais de uma vez com mesmo resultado. Não é tabagista, mas sua estratificação de risco cardiovascular é alto no momento da avaliação. Segundo as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2025, a conduta mais indicada neste momento é:
É um exame laboratorial presente na rotina de exames complementares do diagnóstico de abdome agudo inflamatório, mais comum na pancreatite aguda, não sendo o de maior especificidade para o diagnóstico, pois pode se elevar em outras condições como obstrução intestinal e colecistite aguda. O exame descrito acima se refere a (ao):
Paciente do sexo feminino de 17 anos de idade apresenta quadro progressivo de epistaxe, associada ao aparecimento de equimoses e petéquias distribuídas por todo o corpo. Duas semanas antes, apresentou quadro de infecção respiratória leve e sem maiores complicações tendo utilizado apenas dipirona. Está em bom estado geral, corada, anictérica e afebril. Abdome palpável sem visceromegalias. Restante do exame físico sem alterações. O hemograma apresenta apenas plaquetopenia, sem outras anormalidades e a análise da medula demonstra expansão megacariocítica. O quadro descrito é mais compatível com o diagnóstico de:
Dentre as alternativas abaixo, NÃO é considerado critério diagnóstico de síndrome metabólica:
Paciente feminina,66 anos, vai a consulta na unidade básica de saúde para renovação da receita das medicações anti-hipertensivas e anti-diabéticas e relata que gostaria de fazer exames, pois há muitos anos não faz “check-up”. Está assintomática. O médico solicita dosagem de TSH (hormônio tireoestimulante) e T4 livre. O resultado do TSH é de 6,0mU/L (valor de referência do laboratório - 0,34 a 5,6mU/L) e do T4 livre de 1,2ng/dl (valor de referência - 0,7 a 1,8ng/dl). Nesse momento, a melhor conduta é: