Filtrar


Questões por página:

Leia:


Imagem associada para resolução da questão


Sobre o texto, é correto afirmar em relação ao comentário da personagem que:

Leia:

NOVO ACORDO, VELHAS QUESTÕES

A intenção de unificar a língua portuguesa entre os países em que ela é o idioma oficial é antiga. Em 1931, foi realizado o primeiro acordo ortográfico luso-brasileiro, mas ele acabou não sendo efetivado na prática. Em 1945, a Convenção Ortográfica Luso-Brasileira foi adotada em Portugal, mas não no Brasil.
Anos depois, em 1986, os sete países de língua portuguesa (Timor-Leste não pôde ser incluído na lista, pois se tornaria independente apenas em 2002) consolidaram as Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de 1945, que não chegaram a ser implementadas.
Em 1990, os países de língua portuguesa se comprometeram a unificar a grafia da língua, segundo a proposta apresentada pela Academia de Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras. Mesmo assim, o acordo ainda não podia entrar em vigor.
Foram necessários mais 16 anos para que fossem alcançadas as três adesões necessárias para que o acordo fosse cumprido. Em 2006, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde se uniram ao Brasil e ratificaram o novo acordo. Entretanto, Portugal ainda apresentava uma grande relutância às mudanças. Apenas em maio de 2008 o Parlamento português ratificou o acordo para unificar a ortografia em todas as nações de língua portuguesa.

Disponível em: http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/entenda-asmudancas-do-novo-acordoortografico/

Analisando-se os elementos constitutivos do texto acima, é correto afirmar que a produção em evidência se caracteriza por ter:

Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.


Imagem associada para resolução da questão


Tirinhas e charges constroem o seu efeito humorístico muitas vezes pela combinação da parte verbal com a parte não verbal. No caso acima, chama a atenção a expressividade dos falantes a qual estabelece o seu sentido. Sobre o texto acima, pode-se notar:

Leia:
Um estudo coordenado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que, enquanto 80% dos professores de educação infantil da rede pública do país têm nível superior completo,65,6% dos docentes dessa mesma etapa na rede privada têm igual escolaridade.
Os dados correspondem ao ano de 2014 e mostram que a formação dos professores das instituições públicas continua melhor que a dos professores da rede privada nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais dessa etapa, a proporção de docentes com formação adequada muda: 92% dos docentes na rede privada e 89% na pública. No ensino médio, a formação é praticamente igual.
Deve-se ressaltar que o fato de que o nível superior completo, sem se considerar a qualidade do conteúdo aprendido nas licenciaturas, não garante excelência no trabalho docente e, consequentemente, no ensino.
Internet: <revistaeducação.com.br> (com adaptações).

Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, nota-se como válido que:
Leia o fragmento abaixo antes de avaliar o que se pede: Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática que é complexa. Do ponto de vista naturalista, não faz sentido afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas piores. Não é certo, por exemplo, dizer que a gramática que produz “Os meninos saíram” é melhor do que a que produz “Os menino saiu”. Ambas as frases cumprem a sua função, que é transmitir um certo conteúdo. São duas maneiras de chegar ao mesmo lugar. São duas gramáticas distintas, uma em que a pluralidade é marcada em todos os termos da oração, outra em que o plural aparece marcado apenas no artigo.
Mas esses dois modos de falar não são avaliados socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um deles é muito diferente. Aquele que fala “Os menino saiu” não sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta. Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em um dos termos: The tall boys left (tradução literal possível, desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu). É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do português, mas o nosso ponto é que o plural só está em um lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural em apenas um dos elementos, mas isso é avaliado negativamente.

Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes,2016, p.44 (com adaptações).

A partir da exposição das ideias do texto, é correto afirmar que: