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Paciente feminino de 17 anos apresenta otorreia fétida na orelha direita há 3 anos. Tem história de otites médias de repetição. Há dois dias iniciou quadro de febre alta (38,9oC), cefaleia e vômitos e, há 6 horas, rebaixamento do nível de consciência. Sua conduta inicial seria:

Em relação à otite média crônica tuberculosa, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) A hipótese diagnóstica deve ser considerada na presença de mucosa de aspecto pálido, curso insidioso e má resposta ao uso de gotas otológicas com antibiótico.

( ) Essa doença, apesar de rara, geralmente se manifesta de forma isolada e não relacionada à infecção pulmonar.

( ) O isolamento do bacilo da tuberculose na secreção da orelha média é de relativa facilidade.

( ) O curso da doença costuma ser rápido, com queda do estado geral e com secreção espessa.

( ) Geralmente é um quadro fulminante com erosão óssea extensa e prognóstico reservado.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

A otite média crônica pode levar a danos cocleares. Nas otites médias crônicas não colesteatomatosas, assinale a alternativa que apresenta a porta de entrada mais provável para que os processos inflamatórios da orelha média atinjam a orelha interna.

As otites médicas crônicas podem evoluir com perdas condutivas por uma série de alterações do sistema tímpano-ossicular. Quando há erosão ossicular na otite média crônica, assinale a alternativa que apresenta o segmento ossicular mais frequentemente acometido.

A criança que apresenta otites médias recorrentes muitas vezes tem biofilmes detectados na: