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Mulher de 36 anos com obesidade apresenta três a quatro episódios ao mês de dor de cabeça intensa e debilitante nos últimos dois anos. A cefaleia dura de um a dois dias. O episódio álgico costuma ocorrer na têmpora direita, na região frontal direita e atrás do olho direito, embora às vezes, ela se localize em região bifrontal. Frequentemente, há rinorreia e congestão associadas às dores de cabeça. Ela nega qualquer aura ou características neurológicas. A dor é geralmente profunda, mas latejante quando intensa. Algumas vezes, relata presença de náuseas, mas sem vômitos e diz que precisa usar óculos escuros e ir para uma sala silenciosa porque “não consegue funcionar”.

Em relação à competência baseada em sinais e sintomas, na paciente descrita, o diagnóstico mais provável é:
Mulher de 48 anos apresenta quadro de dor abdominal epigástrica e em hipocôndrio direito e um nível sérico elevado de lipase (1.270 U/L). Os antecedentes incluem hipertensão arterial, obesidade e dislipidemia em uso de losartana, anlodipino e ezetimiba. A ultrassonografia e tomografia do abdome são relevantes para: dilatação discreta a montante do ducto pancreático; acúmulo de gordura peripancreática, sem qualquer coleção de fluidos. Não há antecedente de pancreatite. Ela é tratada com fluidos intravenosos e analgésicos; seu quadro melhorou significativamente, recebeu alta hospitalar após 4 dias.

Nessa paciente, a maior probabilidade para a etiologia da pancreatite é:
Paciente de 72 anos com DPOC grau IV (pela Iniciativa Global para Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica/GOLD) é atendido em consulta de rotina. O paciente tem se mantido estável nos últimos meses e faz uso regular de bronco-dilatadores inalatórios (antagonista muscarínico de longa duração e β-agonista de longa duração). Ele é ex­ -tabagista e parou de fumar há mais de 2 anos. Seu IMC é de 18,5 kg/m2 . No interrogatório de órgão e sistemas, o paciente relata dores de cabeça matinais e dificuldade de concentração. A gasometria arterial em ar ambiente mostra: pH 7,32; PO2 : 62 mmHg; PCO2 : 57 mmHg; bicarbonato: 30 mEq/L.

O próximo passo recomendado de escolha é indicar
Homem de 46 anos refere fraqueza progressiva no braço direito há 6 semanas, evoluindo com confusão crescente e dificuldades para encontrar palavras há 1 semana. O histórico é relevante para HIV positivo, mas sem uso de antirretrovirais, pois abandonou o tratamento há 3 anos. O exame neurológico revela força de 3/5 no membro superior direito e afasia de expressão. Ressonância magnética do encéfalo: há múltiplas lesões discretas na substância branca cortical e nos gânglios da base, que são hiperintensas nas sequências ponderadas em T2. Contagem de CD4: 125/mm3 . Carga viral do HIV: 45.200 cópias/mL. VDRL, antígeno criptocócico sérico e IgG para toxoplasma são negativos.

Considerando a principal hipótese diagnóstica dessa evolução, o melhor tratamento é:
Mulher de 44 anos tem diabetes mellitus tipo 2 bem controlada nos últimos anos com um regime de múltiplas injeções diárias de insulina: 6 UI da lispro no início das refeições (com escala de correção de 1 UI para cada 50 mg/ dL quando a glicemia é superior a 150 mg/dL); 34 UI de insulina glargina à noite. A paciente expressa consternação com a carga do tratamento, pois as múltiplas injeções diárias de insulina e a necessidade de verificações frequentes da glicemia são muitas vezes inconvenientes. Ela também está preocupada com o ganho de peso de 6,8 kg no último ano. Seu registro de glicemia demonstra um controle glicêmico razoável, mas com hiperglicemia pós-prandial variável. Ao exame físico: pressão arterial: 130 x 82 mmHg; frequência cardíaca: 76 bpm; IMC: 34,2 kg/m²; não há adiposidade supraclavicular/nucal ou estrias abdominais. Exames séricos: hemoglobina A1c: 7,2%; anticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico: indetectáveis.

Nessa paciente, o melhor próximo passo no tratamento é: