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Ao longo da história, o parto se afastou de um conceito essencialmente fisiológico, feminino e doméstico, em que as pessoas mais próximas do contexto social da parturiente (por exemplo: mãe, vizinhas, parteiras etc.) eram as que davam todo o suporte e ajuda, e migrou para um conceito de intervenção médica, fortemente influenciado por uma visão masculina e centrado muito mais no tipo de intervenção terapêutica escolhida pela equipe médica (que muitas vezes limita o espaço e a liberdade da mulher de vivenciar, em toda a sua magnitude, o nascimento de seu filho) do que na mãe e suas necessidades pluridimensionais. Na atualidade, porém, vêm crescendo os movimentos que defendem o parto humanizado, que busca resgatar o conceito fisiológico do nascimento. Como membro integrante da equipe obstétrica, o fisioterapeuta tem como função, de forma geral, conscientizar a parturiente sobre as mudanças físicas que ela sofrerá do início ao fim da gravidez e do puerpério, minimizando o estresse desse período e orientando sobre o posicionamento adequado no momento do parto, respiração lenta e relaxamento efetivo. Assim como em qualquer outra área, a ação do fisioterapeuta com foco em obstetrícia deve ser pautada em evidências científicas, visando a maximizar o benefício dos recursos terapêuticos escolhidos e minimizar os prejuízos.


Considerando os pilares da bioética pelo modelo principalista e os trechos do texto acima destacados em negrito, na ordem em que aparecem, respectivamente, é CORRETO afirmar:

O tratamento conservador, recomendado pela Sociedade Internacional de Continência como terapia de primeira linha, consiste na avaliação da força do assoalho pélvico e uso funcional do treinamento desses músculos. Baseado nos resultados de uma revisão sistemática com metanálise (Wu, X., Zheng, X., Yi, X. et al. Electromyographic Biofeedback for Stress Urinary Incontinence or Pelvic Floor Dysfunction in Women: A Systematic Review and Meta-Analysis. Adv Ther 38,4163–4177 (2021). https://doi.org/10.1007/s12325-021-01831-6), o que se pode concluir sobre o treinamento dos músculos do assoalho pélvico para o manejo da Incontinência urinária de esforço?


Imagem associada para resolução da questão
Das áreas de atuação do fisioterapeuta, destaca-se a especialidade de Fisioterapia na saúde da mulher. Qual das intervenções/ações listadas abaixo, que mantém relação com a área de saúde da mulher, não tem respaldo legal pelo COFFITO?
O serviço de emergência e urgência é considerado a porta de entrada do hospital para o paciente que apresente disfunções, com risco de morte, biológicas e físicas. A inserção do fisioterapeuta na equipe assistencial de urgência e emergência é recente. O fisioterapeuta intervém diretamente nas disfunções cardiorrespiratórias e, como as principais causas de internações hospitalares englobam as doenças cardiovasculares e pulmonares, o seu papel na equipe é considerado fundamental. Considerando a especificidade do serviço de fisioterapia que deve ser prestado no contexto da emergência e urgência, NÃO É considerado um objetivo do fisioterapeuta que atua nesse serviço (destacar o objetivo da terapia que NÃO é esperado para o ambiente de emergência e urgência):
O termo variabilidade da frequência cardíaca (VFC) refere-se à variação do intervalo de tempo decorrido entre os batimentos cardíacos. Na prática, o intervalo de tempo (expresso em milissegundos) decorrido entre dois batimentos cardíacos pode ser medido como:
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