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No Ensino de Química, a teoria dos perfis conceituais pode ser utilizada no processo de ensino e de aprendizagem
de conceitos polissêmicos, tais como energia, calor ou substância. Essa abordagem auxilia no desenvolvimento
de atividades voltadas para a valorização das diferentes concepções que utilizam esses conceitos, sendo uma
forma de compreender e valorizar saberes populares, os quais apresentam concepções diferentes da científica.
A proposta metodológica dos perfis conceituais envolve dois procedimentos: (i) introduzir novas zonas para o indivíduo e (ii) promover a tomada de consciência sobre esse perfil.
Assim, considere as seguintes zonas, apresentadas na Tabela 1, propostas na literatura para o perfil conceitual de energia.
Em seguida, considere o seguinte exemplo:
Em muitas comunidades tradicionais, benzer é uma prática comum. Nesse procedimento, uma pessoa impõe suas mãos, algumas vezes com ramos de ervas, para realizar um ritual e abençoar outra pessoa. Compreender e discutir as práticas realizadas nessas comunidades também valoriza a diversidade cultural.
Em uma pesquisa em ensino de ciências, benzedores de uma comunidade quilombola explicaram esse procedimento, conforme Tabela 2.
Com base nessas informações, é correto afirmar que a utilização do exemplo da prática de benzer e a sua interpretação a partir das zonas do perfil conceitual de energia nas aulas de química permitem
A proposta metodológica dos perfis conceituais envolve dois procedimentos: (i) introduzir novas zonas para o indivíduo e (ii) promover a tomada de consciência sobre esse perfil.
Assim, considere as seguintes zonas, apresentadas na Tabela 1, propostas na literatura para o perfil conceitual de energia.
Em seguida, considere o seguinte exemplo:
Em muitas comunidades tradicionais, benzer é uma prática comum. Nesse procedimento, uma pessoa impõe suas mãos, algumas vezes com ramos de ervas, para realizar um ritual e abençoar outra pessoa. Compreender e discutir as práticas realizadas nessas comunidades também valoriza a diversidade cultural.
Em uma pesquisa em ensino de ciências, benzedores de uma comunidade quilombola explicaram esse procedimento, conforme Tabela 2.
Com base nessas informações, é correto afirmar que a utilização do exemplo da prática de benzer e a sua interpretação a partir das zonas do perfil conceitual de energia nas aulas de química permitem
Com o objetivo de abordar o tema soluções e cálculo de concentração utilizando o preparo de soro caseiro,
o professor explicou a importância das soluções no dia a dia e sua aplicação em diversas áreas e solicitou
que os estudantes preparassem um soro caseiro com as quantidades corretas dos solutos. Para isso,
escreveu no quadro a seguinte informação:
“O soro caseiro é formado por uma solução aquosa de 0,06 mol/L de cloreto de sódio e 0,06 mol/L de sacarose. Quantos gramas de NaCl e C12H22O11 seriam necessários para preparar 100 mL de soro caseiro?”
Dados: MCl = 35,45 g/mol; MNa = 23 g/mol; MC = 12,0 g/mol; MH = 1,0 g/mol; MO = 16,0 g/mol
Nessa situação, os estudantes devem preparar a solução utilizando
“O soro caseiro é formado por uma solução aquosa de 0,06 mol/L de cloreto de sódio e 0,06 mol/L de sacarose. Quantos gramas de NaCl e C12H22O11 seriam necessários para preparar 100 mL de soro caseiro?”
Dados: MCl = 35,45 g/mol; MNa = 23 g/mol; MC = 12,0 g/mol; MH = 1,0 g/mol; MO = 16,0 g/mol
Nessa situação, os estudantes devem preparar a solução utilizando
Em 1911, muitos de seus admiradores convencem-na [Marie Curie] a candidatar-se à Academia
de Ciências (da França). Edourd Branly, reconhecido católico, é seu concorrente. E a luta trava-se entre
Curistas e Branlistas, entre clericais e livre pensadores. Numerosos sábios apoiam Marie Curie, como
Henri Poincaré, Emile Picard, Darboux etc., mas, no campo adverso, Amagat clama; “as mulheres não
podem fazer parte do Instituto”. Intrigas de toda ordem; referem aos católicos que Marie Curie é judia,
e a livres pensadores que é católica. No dia da votação, o presidente diz: “Deixem entrar toda a gente,
menos as mulheres”. E Marie Curie perde por um voto.
ARAGÃO, M. J. História da Química. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2008 (adaptado).
Uma professora de Química pretende utilizar o texto acima em uma atividade de ensino como forma de ilustrar o pensamento da sociedade acerca da participação de Marie Curie na produção e divulgação do conhecimento científico no início do século XX.
Considerando-se o exposto e a finalidade de incentivar o pensamento crítico por parte dos alunos sobre questões sociais decorrentes dos impactos da ciência na sociedade, é correto afirmar que, em sua aula, a professora deverá
ARAGÃO, M. J. História da Química. Rio de Janeiro: Editora Interciência, 2008 (adaptado).
Uma professora de Química pretende utilizar o texto acima em uma atividade de ensino como forma de ilustrar o pensamento da sociedade acerca da participação de Marie Curie na produção e divulgação do conhecimento científico no início do século XX.
Considerando-se o exposto e a finalidade de incentivar o pensamento crítico por parte dos alunos sobre questões sociais decorrentes dos impactos da ciência na sociedade, é correto afirmar que, em sua aula, a professora deverá
As aplicações da Química na arte e na conservação de obras de arte resultaram em vários produtos
e técnicas importantes. Por exemplo, a indústria química alterou os materiais utilizados na palete do
pintor. Os artistas usam cores e nuances que seus colegas, antes da revolução industrial, não conseguiam
alcançar ou sequer imaginar. A aplicação de métodos físico-químicos de estudo, análise e conservação de
obras de arte, bem como a aplicação de técnicas científicas em arqueologia, que se chama arqueometria,
são muito importantes.
Uma proposta de ensino utilizou o quadro e o texto apresentados para motivar docentes a relacionarem conteúdos de Química e pintura artística no currículo escolar. A orientação é que o quadro seja utilizado para que alunos da Educação Básica possam testar os resultados da mistura de duas gotas de um dos sais (0,02 mol/L) da primeira linha com um dos sais da primeira coluna (0,02 mol/L), realizando esse processo até completar o quadro. Os estudantes terão que pingar duas gotas de cada sal diretamente na folha impressa com o quadro, observando a coloração das soluções antes e depois de misturadas.
Nesse caso, para articular de forma interdisciplinar Química e Artes, os docentes deverão
Uma proposta de ensino utilizou o quadro e o texto apresentados para motivar docentes a relacionarem conteúdos de Química e pintura artística no currículo escolar. A orientação é que o quadro seja utilizado para que alunos da Educação Básica possam testar os resultados da mistura de duas gotas de um dos sais (0,02 mol/L) da primeira linha com um dos sais da primeira coluna (0,02 mol/L), realizando esse processo até completar o quadro. Os estudantes terão que pingar duas gotas de cada sal diretamente na folha impressa com o quadro, observando a coloração das soluções antes e depois de misturadas.
Nesse caso, para articular de forma interdisciplinar Química e Artes, os docentes deverão
Sobre a historicidade da construção da tabela periódica, Leite e Porto investigaram as abordagens históricas da tabela periódica presentes em livros didáticos de Química Geral utilizados em Universidades Brasileiras no século XX. Uma das análises realizadas, apresentada no quadro a seguir, mostra autores citados na maioria dos livros como envolvidos, de alguma forma, no processo de criação da tabela periódica.

Nesse sentido, ao abordar a historicidade da construção da tabela periódica, o docente de Química deve escolher um livro que se baseie na ideia