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O Maranhão passou a ser o primeiro estado brasileiro em número de conflitos agrários. Essa é a constatação da Comissão Pastoral da Terra (CPT), que (...) divulgou oficialmente no estado o seu 27° relatório anual sobre o tema. De acordo com a CPT, no ano passado, no Maranhão, foram registrados 251 casos de conflitos por terra, envolvendo 64.394 pessoas.” (g1.globo.com)

Com relação às raízes históricas da violência no campo no Estado do Maranhão, analise as afirmativas a seguir.

I. No início da década de 1970, com o intuito de estimular a ocupação da região, o governo do Maranhão criou a Companhia Maranhense de Colonização (COMARCO), concedendo incentivos fiscais a grandes grupos empresariais, para a aquisição de vastas extensões territoriais a preços simbólicos, o que intensificou os conflitos de terra e a violência no campo.

II. Para viabilizar a implantação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), o governo maranhense assinou, a favor da União, o decreto de desapropriação de terras ocupadas por comunidades quilombolas, gerando conflitos fundiários que continuam, ainda hoje, em disputa judicial.

III. Com o avanço do agronegócio na primeira década do século XXI, criou-se uma nova fronteira agrícola na região de MAPITOBA (parte do Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), o que valorizou a terra e aumentou os conflitos com os posseiros tradicionais.

Assinale:

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Um dos fatores que causou forte insatisfação popular contra o regime militar foi o agravamento da crise econômica, a elevada inflação, que atingiu 110%.
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O Plano Real, criado durante o governo de Itamar Franco, obteve êxito no controle da inflação, graças à política cambial ancorada no dólar e à redução das emissões monetárias.
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Os amotinados da Revolta da Chibata, liderada por João Candido Felisberto, reivindicaram maiores salários para os militares, especialmente os marinheiros.
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A bossa nova foi criada como um movimento cultural de contestação à ditadura durante o governo de Ernesto Geisel.