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Não procurei resumir para os leitores brasileiros a história
da África portuguesa, tampouco “brasilianizar” de qualquer
jeito personagens e feitos ultramarinos.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul)
Na obra citada, o autor pretendeu
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul)
Na obra citada, o autor pretendeu
Contando com um mercado de trabalho compulsório
plantado nas aldeias africanas, os colonos da América
portuguesa não precisavam efetuar investimentos internamente – em capital, terra e trabalho – para garantir
a reprodução ampliada da mão-de-obra autóctone.
Convinha mais fazer açúcar para vender na Europa e
obter meios de compra de escravos, ou cultivar tabaco
e fabricar cachaça para trocar por africanos adultos, do
que investir na produção de alimentos, estimular uniões
entre os cativos, preservar as mulheres grávidas e as
crianças nos engenhos e nas fazendas na expectativa
de recolher, a médio prazo, novos trabalhadores cativos
nascidos e criados no local.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:
formação do Brasil no Atlântico Sul)
A partir do excerto, é correto afirmar que
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:
formação do Brasil no Atlântico Sul)
A partir do excerto, é correto afirmar que
Na noite do dia 24 para 25 de janeiro de 1835, um grupo
de africanos escravizados e libertos ocupou as ruas de
Salvador, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados. Foi a Revolta dos Malês.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Ainda sobre essa revolta, segundo a obra citada, é correto afirmar que
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Ainda sobre essa revolta, segundo a obra citada, é correto afirmar que
Considera-se como o país cristão mais antigo da África
subsaariana, sem que houvesse contato com a coloniza
ção. O cristianismo foi introduzido a partir de Alexandria,
durante a ocupação romana do Egito. Salvo uma curta
ocupação da Itália no século XX, o país nunca foi ver
dadeiramente colonizado. O cristianismo só perdeu sua
preponderância perante o islamismo, imposto durante o
império otomano.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
O excerto apresenta referências
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
O excerto apresenta referências
O que Marc Bloch não aceitava em seu mestre Charles
Seignobos, principal representante dos historiadores
“positivistas”, era iniciar o trabalho do historiador somente
com a coleta dos fatos.
(Jacques Le Goff, Prefácio. Em: Marc Bloch, Apologia da história,
ou, O ofício do historiador. Adaptado)
Para Marc Bloch, havia uma fase anterior à coleta de fatos, que exige do historiador
(Jacques Le Goff, Prefácio. Em: Marc Bloch, Apologia da história,
ou, O ofício do historiador. Adaptado)
Para Marc Bloch, havia uma fase anterior à coleta de fatos, que exige do historiador