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Considere o diálogo a seguir.

Antonio: [...] No ensino esqueceram-se das perguntas, tanto o professor como o aluno esqueceram-nas, e no meu entender todo conhecimento começa pela pergunta. [...]

Paulo: [...] Creio que a repressão à pergunta é uma dimensão apenas da repressão maior – a repressão ao ser inteiro, à sua expressividade em suas relações no mundo e com o mundo


FREIRE, Paulo; FAUNDEZ, Antonio. Por uma pedagogia da pergunta.8. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Paz e Terra,2017. p.67-68. Adaptado.


Nesse contexto, Paulo Freire e Antonio Faundez defendem que, nos processos de ensinar e de educar, os educadores devem

Uma aluna do 2o ano do Ensino Fundamental chegou à escola com um “boneco de alpiste” feito em casa com sua família. As crianças ficaram curiosas e perguntaram: “Será que o ‘cabelo’ dele vai crescer?”. Percebendo o interesse dos alunos, a professora sugeriu que a turma registrasse, dia a dia, as observações do crescimento do alpiste em um quadro de acompanhamento coletivo.

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), essa proposta se relaciona, principalmente, à seguinte habilidade específica do Ensino Fundamental de Língua Portuguesa:

Considere a situação a seguir.


A professora do 3º ano ia começar a contar uma história, quando uma criança falou:

— Olha, professora, a lagartixa aqui na parede!

Os alunos ficaram eufóricos e correram para observar de perto a lagartixa.

Percebendo o interesse das crianças, a professora guardou o livro e foi orientando a conversa. Os alunos compartilharam suas dúvidas e seus conhecimentos sobre lagartixas e fizeram muitas perguntas sobre esse animal. A professora foi registrando as curiosidades que surgiram no quadro. A partir daí, teve início um projeto de trabalho sobre animais, gerando muitas descobertas, troca de experiências e ampliação do conhecimento.


A situação apresentada caracteriza uma prática pedagógica que se organiza a partir da concepção de currículo como

Um aluno do 3o ano do Ensino Fundamental estava desenhando uma casa que incluía um para-raios. Um colega observava e disse que também queria desenhar uma casa com para-raios. O menino foi explicando o modo como fazer, e o colega conseguiu, ficando muito satisfeito. Em uma situação anterior, aquele aluno que ensinou ao colega tinha sido auxiliado por outro quando estava aprendendo a desenhar casas. Agora era sua vez de ensinar.

De acordo com a teoria histórico-cultural de Vygotski, a relação entre desenvolvimento e aprendizagem na escola se dá por meio de

Uma das alternativas para a Educação Musical Inclusiva é o Ensino Colaborativo, que envolve o trabalho em sala de aula entre o professor Regente e o professor de Educação Especial e é baseado na abordagem social da deficiência, ou seja, pressupõe que a escola deve ser transformada para atender os estudantes, e não o contrário.


Nesse contexto, constata-se que o Ensino Colaborativo propõe que