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Pode-se dizer que, para a linha de investigação sobre a Linguagem, o Sociointeracionismo defende que
Segundo Roberto Sidnei Macedo (2013), o currículo deve ser compreendido como um artefato socioeducacional, histórico e político, que vai além da simples lista de conteúdos ou disciplinas. Em sua perspectiva etnoconstitutiva, o currículo é implicado com os sujeitos, suas vidas, culturas, história, identidades; e multirreferencial, uma vez que a pluralidade de referências culturais, saberes, práticas, modos de aprender e ensinar são essenciais no diálogo com os “atores curriculantes”, os sujeitos que participam ativamente da construção e da vivência do currículo. Enfim, são professores, estudantes, gestores, famílias, movimentos sociais, comunidade — todos que, de alguma forma, produzem, negociam, disputam e ressignificam o currículo no dia a dia escolar. Diante do exposto, entende-se que tanto o currículo, quanto os materiais didático-pedagógicos devem na atualidade:
Leia o texto abaixo a fim de responder corretamente à questão

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A partir do conhecimento sobre a educação inclusiva no espaço escolar, considere as afirmações abaixo antes de julgar o que se pede.

I. As normas nacionais sobre educação inclusiva compõem um conjunto fundamental para garantir o direito de todos à educação com equidade e dignidade cidadã.
II. A Constituição Federal de 1988 assegura o acesso ao atendimento educacional especializado, como dever do Estado, preferencialmente na rede regular de ensino.
III. Segundo a LDB, quando necessário, a escola regular deverá dispor de serviços de apoio especializados, de modo a atender às especificidades das pessoas com deficiência, sem perder de vista a prioridade da inclusão nas classes comuns.
IV. Compreende-se que a aplicação da LDB atual sobre os direitos das pessoas com deficiência prescinde de um tratamento humano baseado na equidade e empatia enquanto fatores comuns da construção de uma escola democrática.

Pode-se afirmar que se encontra correto o que foi dito somente em:
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O professor de Língua Portuguesa do ensino básico deve estar voltado para a versatilidade do uso de diferentes tipos textuais a fim de direcionar o conhecimento linguístico do aluno-aprendiz. Para isso, o estreitamento da apresentação de textos diversos, principalmente aqueles mais próximos do cotidiano de leitura dos discentes, mostra-se como estratégia pedagógica válida para a execução desta tarefa. Diante disso, leia o texto a seguir antes de responder ao que se pede.

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Sobre o texto acima em relação ao uso de livros didáticos, é correto afirmar em relação ao comentário da personagem que:
TEXTO IV
Discussão – o que é isso?

A palavra discussão tem sentido bastante controverso: tanto pode indicar a hostilidade de um confronto insanável (“a discussão entre vizinhos acabou na delegacia”) como a operação necessária para se esclarecer um assunto ou chegar a um acordo (“discutiram, discutiram e acabaram concordando”). Mas o que toda discussão supõe, sempre, é a presença de um outro diante de nós, para quem somos o outro. A dificuldade geral está nesse reconhecimento a um tempo simples e difícil: o outro existe, e pode estar certo, sua posição pode ser mais justa do que a minha.
Entre dois antagonistas há as palavras e, com elas, os argumentos. Uma discussão proveitosa deverá ocorrer entre os argumentos, não entre as pessoas dos contendores. Se eu trago para uma discussão meu juízo já estabelecido sobre o caráter, a índole, a personalidade do meu interlocutor, a discussão apenas servirá para a exposição desses valores já incorporados em mim: quero destruir a pessoa, não quero avaliar seu pensamento. Nesses casos, a discussão é inútil, porque já desistiu de qualquer racionalização.
As formas de discussão têm muito a ver, não há dúvida, com a cultura de um povo. Numa sociedade em que as emoções mais fortes têm livre curso, a discussão pode adotar com naturalidade uma veemência que em sociedades mais “frias” não teria lugar. Estão na cultura de cada povo os ingredientes básicos que temperam uma discussão. Seja como for, sem o compromisso com o exame atento das razões do outro, já não haverá o que discutir: estaremos simplesmente fincando pé na necessidade de proclamar a verdade absoluta, que seria a nossa. Em casos assim, falar ao outro é o mesmo que falar sozinho, diante de um espelho complacente, que refletirá sempre a arrogância da nossa vaidade.

(COSTA, Teobaldo, inédito)

Entendendo-se a Linguagem como instrumento de interação social num contexto civilizado, deve-se incutir tal processo no âmbito de ensino-aprendizagem de forma ampla. Assim, diante do que fora exposto no texto IV enquanto mensagem, compreende-se que o ato de “discutir”