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Leia o caso clínico a seguir.
Um homem de 72 anos com fibrilação atrial tem recebido dabigatrana 75 mg duas vezes ao dia, nos últimos seis meses. Ele não teve complicações trombóticas ou hemorrágicas desde o início do uso da medicação. Tem histórico de pólipos colônicos, e precisa ser submetido a uma colonoscopia com possível polipectomia. Além de pulsos irregulares, seus achados no exame físico são normais. O hemograma e os testes de função renal e hepática são normais. A depuração de creatinina é de 38 mL/min.
Quanto tempo antes da colonoscopia, o uso de dabigatrana deverá ser descontinuado?
Um homem de 72 anos com fibrilação atrial tem recebido dabigatrana 75 mg duas vezes ao dia, nos últimos seis meses. Ele não teve complicações trombóticas ou hemorrágicas desde o início do uso da medicação. Tem histórico de pólipos colônicos, e precisa ser submetido a uma colonoscopia com possível polipectomia. Além de pulsos irregulares, seus achados no exame físico são normais. O hemograma e os testes de função renal e hepática são normais. A depuração de creatinina é de 38 mL/min.
Quanto tempo antes da colonoscopia, o uso de dabigatrana deverá ser descontinuado?
Leia o caso clínico a seguir.
Uma paciente de 43 anos, do sexo feminino, é admitida no pronto-socorro com quadro de taquiarritmia. Medicação em uso: enalapril-20mg/dia, fórmula manipulada para perda de peso. No exame físico, tireoide normopalpável. Eletrocardiograma: fibrilação atrial de alta resposta. Função tireoidiana: TSH: 0,01 mUI/L (VR: 0,3-5,0), T4 livre: 2,9 ng/dL (VR:0,7-1,8) e T3 total: 1,7ng/mL (VR: 0,6 a 1,71). Uma das hipóteses diagnósticas foi tireotoxicose factícia.
Qual exame definiria o diagnóstico?
Uma paciente de 43 anos, do sexo feminino, é admitida no pronto-socorro com quadro de taquiarritmia. Medicação em uso: enalapril-20mg/dia, fórmula manipulada para perda de peso. No exame físico, tireoide normopalpável. Eletrocardiograma: fibrilação atrial de alta resposta. Função tireoidiana: TSH: 0,01 mUI/L (VR: 0,3-5,0), T4 livre: 2,9 ng/dL (VR:0,7-1,8) e T3 total: 1,7ng/mL (VR: 0,6 a 1,71). Uma das hipóteses diagnósticas foi tireotoxicose factícia.
Qual exame definiria o diagnóstico?
Leia o caso clínico a seguir.
Adolescente de 15 anos, do sexo masculino, com quadro súbito de cefaleia intensa associada a ptose palpebral e desvio da rima labial, ambos à esquerda. Ao exame, pressão arterial de 250x160 mmHg. A tomografia computadorizada de crânio mostra hemorragia intraparenquimatosa e periventricular à esquerda, sem efeito de massa nas estruturas adjacentes. Na história pregressa, o pai relata que, aos três anos de idade, a paciente apresentou ginecomastia, acompanhada de pubarca e axilarca precoces. Aos seis anos, acne exuberante em tronco, persistente até os dias atuais. Durante investigação para hipertensão secundária, apresentou os seguintes exames laboratoriais: ACTH 498 pg/ml (VR: < 60), cortisol 8 h: 3,5 (4,3 a 25 mg/dl), 17-oh-progesterona: 109 ng/dl (VR: 50 a 300), 11-deoxicortisol: 41 ng/ml (VR: 0 a 0,8 ng/ml), SDHEA: 421 mg/dl (VR: 4 a 68), androstenediona: 28 ng/ml (VR: 0,4 a 2), testosterona total: 789 ng/dl (VR: 241 a 827).
Nesse caso, qual é o diagnóstico?
Adolescente de 15 anos, do sexo masculino, com quadro súbito de cefaleia intensa associada a ptose palpebral e desvio da rima labial, ambos à esquerda. Ao exame, pressão arterial de 250x160 mmHg. A tomografia computadorizada de crânio mostra hemorragia intraparenquimatosa e periventricular à esquerda, sem efeito de massa nas estruturas adjacentes. Na história pregressa, o pai relata que, aos três anos de idade, a paciente apresentou ginecomastia, acompanhada de pubarca e axilarca precoces. Aos seis anos, acne exuberante em tronco, persistente até os dias atuais. Durante investigação para hipertensão secundária, apresentou os seguintes exames laboratoriais: ACTH 498 pg/ml (VR: < 60), cortisol 8 h: 3,5 (4,3 a 25 mg/dl), 17-oh-progesterona: 109 ng/dl (VR: 50 a 300), 11-deoxicortisol: 41 ng/ml (VR: 0 a 0,8 ng/ml), SDHEA: 421 mg/dl (VR: 4 a 68), androstenediona: 28 ng/ml (VR: 0,4 a 2), testosterona total: 789 ng/dl (VR: 241 a 827).
Nesse caso, qual é o diagnóstico?
Leia o caso clínico a seguir.
Em um paciente de 19 anos, durante investigação de taquicardia associada a bócio difuso, são observadas as seguintes alterações laboratoriais: T4 livre: 2,53 ng/dL (VR:0,7-1,8), T3 total: 231 ng/dL (VR:72-214), TSH: 12,7 mUI/L (VR: 0,3-5,0), anticorpos antiperoxidase e antitireoglobulinas negativos. Ressonância magnética de sela túrcica normal.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Em um paciente de 19 anos, durante investigação de taquicardia associada a bócio difuso, são observadas as seguintes alterações laboratoriais: T4 livre: 2,53 ng/dL (VR:0,7-1,8), T3 total: 231 ng/dL (VR:72-214), TSH: 12,7 mUI/L (VR: 0,3-5,0), anticorpos antiperoxidase e antitireoglobulinas negativos. Ressonância magnética de sela túrcica normal.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Leia o caso clínico a seguir.
Uma paciente de 62 anos, hipertensa e dislipidêmica, vai ao pronto-socorro referindo episódio de dor precordial em aperto de forte intensidade, uma hora atrás. A dor durou 20 minutos, foi desencadeada por um stress no trânsito e esteve associada a leve náusea. Mesmo estando sem queixas, no momento, a paciente quis ser avaliada por um médico. Ao exame apresentava ritmo regular, FC = 65 BPM, PA = 120x80 mmHg e sem nenhuma outra anormalidade. O ECG, o raio X de tórax e a dosagem de Troponina realizados no PS foram normais. A paciente recebeu alta e, seis horas depois, teve uma parada cardíaca súbita em casa.
Nessa situação clínica,
Uma paciente de 62 anos, hipertensa e dislipidêmica, vai ao pronto-socorro referindo episódio de dor precordial em aperto de forte intensidade, uma hora atrás. A dor durou 20 minutos, foi desencadeada por um stress no trânsito e esteve associada a leve náusea. Mesmo estando sem queixas, no momento, a paciente quis ser avaliada por um médico. Ao exame apresentava ritmo regular, FC = 65 BPM, PA = 120x80 mmHg e sem nenhuma outra anormalidade. O ECG, o raio X de tórax e a dosagem de Troponina realizados no PS foram normais. A paciente recebeu alta e, seis horas depois, teve uma parada cardíaca súbita em casa.
Nessa situação clínica,