Questões de Concurso
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A imunofluorescência indireta é o teste de referência na sorologia de muitas doenças, como as infecciosas e autoimunes. O mesmo conjugado pode ser utilizado em sistemas diferentes. Um passo de lavagem é realizado e um anticorpo anti-humano (conjugado) marcado com substância fluorescente é adicionado. Após um segundo passo de lavagem, para remover o conjugado não ligado, a observação de fluorescência ao microscópio é indicativa da presença do anticorpo em estudo na amostra do paciente. O conjugado é isotipo-específico, sendo assim possível distinguir reações condicionadas pela presença de IgG, IgA e IgM. O teste é muito utilizado para a pesquisa de autoanticorpos em doenças difusas do tecido conjuntivo, nas vasculites sistêmicas (ANCA) e no diagnóstico de infecções pelo Treponema pallidum, Tripanosoma cruzi, para as diversas Chlamydiae.
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O uso do corante panótico rápido tem sido justificado quando o objetivo é a redução de custos e rapidez no processamento, em contrapartida sua confiabilidade e eficiência na diferenciação da série leucocitária é duvidosa sendo mais indicado o uso do corante MayGrunwald-Giemsa.
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Nas reações de precipitação, quando as quantidades de antígeno e anticorpo são equivalentes (zona de equivalência), há a formação máxima de precipitado, decrescendo na medida em que um dos dois reagentes está em excesso: pró-zona ou zona de excesso de anticorpo e pós-zona ou zona de excesso de antígeno.
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Devido à excelente especificidade e sensibilidade, a metodologia “padrão ouro” para taxa de filtração glomerular é a dosagem de Cistatina C, tendo como única desvantagem a influência da função tireoide.
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Apesar de não serem utilizados como primeira escolha para pesquisa da Doença de Chagas, os exames sorológicos podem ser reagentes na fase aguda, ainda no primeiro mês de infecção, o que adiciona complexidade ao diagnóstico diferencial entre as fases aguda e crônica. A metodologia recomendada para confirmação de caso agudo pela pesquisa de imunoglobulina M é a imunofluorescência indireta (IFI). Já para a pesquisa de imunoglobulina G, podem ser utilizados o ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA) e/ou a hemaglutinação indireta (HAI) e/ou a IFI, entre outras técnicas.