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Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um vacinador de 42 anos trabalha no serviço de imunização de hospital público e sofre ferimento puntiforme contaminado com terra e material orgânico no dedo indicador da mão direita durante manuseio de caixa de suprimentos nos arredores do estabelecimento. Ele refere não ter histórico completo de vacinação contra difteria e tétano (dT) e nunca ter recebido reforço nos últimos 10 anos. O ferimento é classificado como de alto risco para tétano (profundo >1 cm, contaminado com solo orgânico, evolução >6 horas). Não há sinais locais de infecção no momento da avaliação; títulos antitetânicos não disponíveis no momento.
A profilaxia antitetânica adequada para esse trabalhador, considerando o contexto ocupacional e o risco do ferimento é:
Um vacinador de 42 anos trabalha no serviço de imunização de hospital público e sofre ferimento puntiforme contaminado com terra e material orgânico no dedo indicador da mão direita durante manuseio de caixa de suprimentos nos arredores do estabelecimento. Ele refere não ter histórico completo de vacinação contra difteria e tétano (dT) e nunca ter recebido reforço nos últimos 10 anos. O ferimento é classificado como de alto risco para tétano (profundo >1 cm, contaminado com solo orgânico, evolução >6 horas). Não há sinais locais de infecção no momento da avaliação; títulos antitetânicos não disponíveis no momento.
A profilaxia antitetânica adequada para esse trabalhador, considerando o contexto ocupacional e o risco do ferimento é:
Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um soldador de 37 anos trabalha há 10 anos em estaleiro naval, realizando solda MIG/TIG em estruturas metálicas, com uso irregular de máscara semifacial PFF2 e relatos de fumos metálicos densos no setor. Apresenta tosse seca noturna e sibilos há 8 meses, com piora progressiva ao final do turno (pico às 16h) e melhora nos fins de semana e férias. Monitoramento domiciliar do PFE por 14 dias mostra variabilidade >25% (média pré-trabalho 450 L/min, pós-trabalho 350 L/min). Espirometria revela obstrução leve (VEF1/CVF 68%), com reversibilidade >15% pós-salbutamol. Dosagem ambiental recente confirma manganês 0,3 mg/m³ (TLV-TWA 0,2 mg/m³ ACGIH). Negativo para atopia (IgE total normal, prick teste negativo).
Diante desse quadro respiratório ocupacional, o diagnóstico e a conduta inicial são:
Um soldador de 37 anos trabalha há 10 anos em estaleiro naval, realizando solda MIG/TIG em estruturas metálicas, com uso irregular de máscara semifacial PFF2 e relatos de fumos metálicos densos no setor. Apresenta tosse seca noturna e sibilos há 8 meses, com piora progressiva ao final do turno (pico às 16h) e melhora nos fins de semana e férias. Monitoramento domiciliar do PFE por 14 dias mostra variabilidade >25% (média pré-trabalho 450 L/min, pós-trabalho 350 L/min). Espirometria revela obstrução leve (VEF1/CVF 68%), com reversibilidade >15% pós-salbutamol. Dosagem ambiental recente confirma manganês 0,3 mg/m³ (TLV-TWA 0,2 mg/m³ ACGIH). Negativo para atopia (IgE total normal, prick teste negativo).
Diante desse quadro respiratório ocupacional, o diagnóstico e a conduta inicial são:
Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um funileiro de 41 anos trabalha em oficina automotiva, realizando lixamento, desengraxe e pintura de veículos, com uso frequente de solventes orgânicos (tolueno, acetona). Refere uso irregular de luvas nitrílicas e hábito de remover tinta das mãos com solvente puro. Há 3 meses apresenta eritema, fissuras e pápulas pruriginosas em palmas e dorso das mãos, com piora ao final da jornada e discreta melhora nos fins de semana. O exame dermatológico mostra eczema de contato; o teste de contato (patch test) com mistura de solventes da oficina é positivo, e a biópsia cutânea revela hiperqueratose epidérmica com infiltrado linfocítico perivascular superficial, compatível com dermatite de contato irritativa crônica. Não há história de atopia prévia.
À luz desse quadro clínico-laboral, são condutas corretas do médico do trabalho, EXCETO:
Um funileiro de 41 anos trabalha em oficina automotiva, realizando lixamento, desengraxe e pintura de veículos, com uso frequente de solventes orgânicos (tolueno, acetona). Refere uso irregular de luvas nitrílicas e hábito de remover tinta das mãos com solvente puro. Há 3 meses apresenta eritema, fissuras e pápulas pruriginosas em palmas e dorso das mãos, com piora ao final da jornada e discreta melhora nos fins de semana. O exame dermatológico mostra eczema de contato; o teste de contato (patch test) com mistura de solventes da oficina é positivo, e a biópsia cutânea revela hiperqueratose epidérmica com infiltrado linfocítico perivascular superficial, compatível com dermatite de contato irritativa crônica. Não há história de atopia prévia.
À luz desse quadro clínico-laboral, são condutas corretas do médico do trabalho, EXCETO:
Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um açougueiro de 34 anos trabalha há 6 anos em um abatedouro de aves na linha de evisceração, manipulando carcaças e vísceras. Relata uso irregular de luvas e episódios de respingo de material fecal nas mãos e antebraços. Procura o serviço médico da empresa com diarreia aquosa há 5 dias, dor abdominal tipo cólica e febre baixa. A coprocultura é positiva para Salmonella enteritidis, e ele informa que outros colegas do mesmo setor já relataram sintomas semelhantes nas últimas semanas.
Considerando o contexto ocupacional e a conduta médica adequada, assinale a alternativa CORRETA:
Um açougueiro de 34 anos trabalha há 6 anos em um abatedouro de aves na linha de evisceração, manipulando carcaças e vísceras. Relata uso irregular de luvas e episódios de respingo de material fecal nas mãos e antebraços. Procura o serviço médico da empresa com diarreia aquosa há 5 dias, dor abdominal tipo cólica e febre baixa. A coprocultura é positiva para Salmonella enteritidis, e ele informa que outros colegas do mesmo setor já relataram sintomas semelhantes nas últimas semanas.
Considerando o contexto ocupacional e a conduta médica adequada, assinale a alternativa CORRETA:
Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um pedreiro de 32 anos, empregado formal de uma construtora, deslocava-se em sua motocicleta de sua residência para a obra onde trabalha quando sofreu colisão com outro veículo, a cerca de 3 km do canteiro de obras. Foi atendido em serviço de emergência com trauma cranioencefálico leve (escala de coma de Glasgow = 14), sem sinais focais, recebendo alta hospitalar no mesmo dia, com orientação de afastamento do trabalho por 20 dias. No dia seguinte, procura o médico do trabalho da empresa para orientações.
Em relação à caracterização do agravo e às providências a serem adotadas pelo médico do trabalho, assinale a alternativa CORRETA:
Um pedreiro de 32 anos, empregado formal de uma construtora, deslocava-se em sua motocicleta de sua residência para a obra onde trabalha quando sofreu colisão com outro veículo, a cerca de 3 km do canteiro de obras. Foi atendido em serviço de emergência com trauma cranioencefálico leve (escala de coma de Glasgow = 14), sem sinais focais, recebendo alta hospitalar no mesmo dia, com orientação de afastamento do trabalho por 20 dias. No dia seguinte, procura o médico do trabalho da empresa para orientações.
Em relação à caracterização do agravo e às providências a serem adotadas pelo médico do trabalho, assinale a alternativa CORRETA: