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Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um caminhoneiro autônomo de 50 anos, com 25 anos de longas jornadas em rodovias (12–15h/dia de direção), procura serviço de medicina do trabalho com cefaleia pulsátil matinal, tontura postural e visão embaçada há 3 semanas. PA com paciente sentado: 168/102 mmHg (braço direito). PA ortostática: 150/94 mmHg. IMC 29 kg/m², circunferência abdominal 105 cm, sedentário, dieta salina de lanches rodoviários. MAPA 24h PA média diurna 152/90 mmHg, noturna 142/82 mmHg (padrão não “dipper”). ECG normal sem HVE ou isquemia. Refere ainda estresse e taquicardia por “preocupação com prazos e trabalho noturno”.

Considerando a atividade laboral e o risco cardiovascular desse paciente, a conduta inicial que melhor integra tratamento anti-hipertensivo medicamentoso e emissão de Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) para aptidão como motorista profissional (categorias C e E) é: 
Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um serralheiro de 49 anos trabalha há 15 anos em serralheria que presta serviços para uma Universidade, utilizando esmerilhadeiras e furadeiras pneumáticas por 6–8 horas diárias. Refere dor persistente nas mãos e braços, dormência nos dedos e episódios de palidez e dor intensa ao frio nas mãos (fenômeno de Raynaud) há 2 anos, piorando após jornadas prolongadas. A dosimetria ambiental confirma aceleração de vibração >12 m/s² (A(8)), e a capilaroscopia ungueal revela alterações patológicas compatíveis com síndrome de vibração mão-braço (SVMB).
São medidas adequadas para manejo inicial dessa suspeita ocupacional (NR-15 Anexo 8), EXCETO:
Leia a seguinte situação hipotética e responda:
Uma supervisora de 38 anos atua em mineradora subterrânea com alta rotatividade laboral e jornadas 12x36. Os indicadores setoriais revelam absenteísmo de 18% nos últimos 12 meses (acima do benchmark 8–10%), com 45% dos afastamentos por transtornos mentais (F43/F32 CID-11) e 30% musculoesqueléticos (M54/M75). Ela relata estresse coletivo: queixas de sobrecarga, assédio moral percebido e ausência de canais formais de diálogo. A CIPA local, integrada ao SESMT, examina dados PCMSO/PGR e Mapa de Riscos, identificando fatores psicossociais (sobrecarga, baixa autonomia) associados a absenteísmo e presenteísmo patológico.
São atribuições corretas da CIPA conforme NR-5 atualizada (2023) nessa situação com riscos psicossociais, EXCETO: 
Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um eletricista de 47 anos atua em manutenção de subestações elétricas, atividade classificada como trabalho em altura pela NR-35 (>2m com risco de queda). No exame ocupacional periódico (ASO), refere palpitações ocasionais há 6 meses durante esforços, sem síncope, dispneia ou pré-síncope. PA 134/82 mmHg controlada com enalapril 20 mg/dia. ECG 12 derivações em repouso revela arritmia sinusal isolada (FC 78 bpm), sem alterações ST-T, hipertrofia VE ou blocos de condução. Ausência de epilepsia, vertigem ou medicamentos sedativos e hipotensores adicionais. ECG Holter 24h solicitado complementarmente é normal (carga ventricular ectópica <1%, sem taquiarritmias sustentadas).
A avaliação de aptidão para essa atividade crítica, conforme a NR-35, é:
Leia o seguinte caso clínico hipotético e responda:
Um vacinador de 42 anos trabalha no serviço de imunização de hospital público e sofre ferimento puntiforme contaminado com terra e material orgânico no dedo indicador da mão direita durante manuseio de caixa de suprimentos nos arredores do estabelecimento. Ele refere não ter histórico completo de vacinação contra difteria e tétano (dT) e nunca ter recebido reforço nos últimos 10 anos. O ferimento é classificado como de alto risco para tétano (profundo >1 cm, contaminado com solo orgânico, evolução >6 horas). Não há sinais locais de infecção no momento da avaliação; títulos antitetânicos não disponíveis no momento.
A profilaxia antitetânica adequada para esse trabalhador, considerando o contexto ocupacional e o risco do ferimento é: