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A metodologia ágil representa uma forma de gerir projetos, em que se busca a otimização dos processos. Em vez de seguir um plano rígido, como na gestão tradicional, na metodologia ágil, pode-se fazer ajustes e melhorias ao longo do desenvolvimento de projetos, significando identificar e corrigir falhas rapidamente, garantindo resultados mais efetivos. Entre os métodos empregados nessa metodologia, dois são caracterizados a seguir.
I.Emprega um framework ágil que tem por objetivo facilitar a colaboração, a adaptação e a entrega de valor de forma iterativa e incremental, com base em três pilares fundamentais: transparência, inspeção e adaptação. Nesse esquema, o trabalho é dividido em iterações chamadas de Sprints, que geralmente têm duração de duas a quatro semanas e utiliza artefatos como o Product Backlog e o Sprint Backlog, além de reuniões de planejamento, revisão e retrospectiva. Com um enfoque na auto-organização e na colaboração da equipe, essa metodologia promove uma abordagem flexível para lidar com mudanças e busca maximizar o valor entregue ao cliente.
II.Emprega um esquema que enfatiza a visualização e a limitação do trabalho em progresso ou Work In Progress (WIP), além da melhoria contínua do processo. Essa metodologia utiliza um quadro, no qual as tarefas são representadas em cartões e movidas pelas diferentes etapas do fluxo de trabalho.
Os métodos descritos são conhecidos, respectivamente, como:
As ferramentas para automatização de testes utilizam recursos especiais para realizar um conjunto de testes de software. Uma vez que o conjunto de testes é automatizado, nenhuma intervenção humana é necessária, por isso, as ferramentas para teste automatizado são tão importantes. Entre elas, uma é considerada uma das mais populares no momento, direcionada à testes de aplicações web pelo browser, utilizada para teste de regressão, sendo uma ferramenta gratuita open source, que fornece recursos de reprodução e gravação para este tipo de teste. Outra, considerada uma das ferramentas mais completas, ideal para iniciantes, altamente ajustável e fácil de usar, além de um IDE completo e APIs abertas para especialistas em automação, suporta testes de ponta a ponta em desktop, web e dispositivos móveis. Um detalhe importante é que essa ferramenta possui versão paga, mas também a de teste grátis.
Essas ferramentas de testes são conhecidas, respectivamente, como:
DevOps é uma cultura baseada em práticas, modelos e ferramentas integrativas, que permite a eliminação de diferenças entre desenvolvedores e operadores que atuam na área da engenharia de softwares, tendo por objetivo manter um ritmo de trabalho complementar e constante, que atenda à demanda frequente por atualizações em sistemas complexos das organizações atuais. As ferramentas são fundamentais para que a dinâmica DevOps tenha sucesso, pois são elas que otimizam os processos, elevam o nível de confiabilidade e a automação em todas as etapas dos projetos. Entre essas ferramentas, uma fornece maior segurança aos aplicativos, sendo utilizada para empacotar aplicações e ambientes em contêineres, tendo se popularizado por facilitar a portabilidade dos projetos de engenharia de software. Dessa forma, a aplicação pode ser, simplesmente, replicada em outras máquinas rapidamente, agilizando a construção de diferentes partes dos programas.
Essa ferramenta é conhecida como: 
Na metodologia de softwares tradicionais, primeiramente o código é desenvolvido, sendo ajustado de maneira retroativa para fins de validação. Em contrapartida, o Desenvolvimento Orientado a Testes (TDD) emprega uma metodologia que modifica esse paradigma, preconizando que os testes sejam escritos antes e que as adaptações sejam, só depois, aplicadas ao código, até que o projeto atenda aos requisitos do teste já definido. Nesse contexto, a figura mostra o fluxo de trabalho do TDD, com destaque para as etapas e sua natureza ágil, cíclica e iterativa. 
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Nesse esquema, a etapa I indica que o código não funciona, a II que tudo está funcionando, não necessariamente de maneira otimizada e, finalmente, a III em que o responsável otimiza o código, confiante de que o mesmo passou por vários testes, tendo sido alterado, aprimorado e chegado à versão final com mais segurança.
As etapas I, II e III são conhecidas, respectivamente, como:
O ciclo de vida de um software é uma estrutura que indica processos e atividades envolvidas no desenvolvimento, operação e manutenção de um software, abrangendo de fato toda a vida do sistema. Existem diversos modelos de ciclos de vida para o desenvolvimento de software, sendo um deles ilustrado por meio da figura.
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Esse modelo de ciclo de vida é conhecido pela seguinte denominação: