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Um tubo vertical e de altura H, cuja área da seção transversal
uniforme vale S, possui duas porções, uma inferior fechada e uma
superior aberta para a atmosfera. As duas porções estão separadas
por um êmbolo isolante móvel de espessura e massa desprezíveis.
A seguir, a porção inferior do tubo é preenchida com um gás ideal à
temperatura T, e a porção superior, com um fluido de densidade D.
Nessa configuração, o gás se encontra em equilíbrio e ocupa um
volume igual à metade do volume total do tubo. Posteriormente, o
gás na porção inferior é aquecido até uma temperatura T’>T, tal
que, atingido o equilíbrio, metade do volume do fluido presente na
porção superior do tubo extravasa. Sabendo que a pressão
atmosférica local equivale à pressão hidrostática exercida por uma
coluna de altura H do fluido de densidade D aqui utilizado e que a
expansão térmica do fluido na porção superior do tubo durante o
aquecimento do gás é negligenciável, a temperatura T’ é dada, em
termos de T, por
No fundo de um tanque, encontra-se, na vertical, uma mola
ideal de constante elástica K e comprimento natural X. Sobre a mola, é depositado e fixado um bloco cúbico de aresta L e densidade d. Nessa nova situação, a mola permanece comprimida na vertical, e seu comprimento passa a ser Y (Y<X). A seguir,
despeja-se lentamente, no interior do tanque, um fluido de
densidade D (D>d) até que o cubo fique totalmente submerso com
sua cota superior coincidindo com a superfície livre do líquido. Sabendo que H representa a distância entre o fundo do tanque e a
superfície livre do líquido nesta última situação e que o empuxo
sobre a mola pode ser desprezado, a razão D/d é expressa por
Uma barra homogênea ED, de comprimento L e peso P, está
pivotada a uma parede vertical em E, extremo esquerdo da barra.
Livre para girar em torno de E, a barra é mantida em equilíbrio na
horizontal, perpendicular à parede, por meio de um fio inextensível
preso à extremidade D da barra e a um ponto E’ situado na mesma
parede e acima de E. Sabendo que, no equilíbrio, a direção ED
forma, com a direção DE’, um ângulo ? e que E e E’ encontram-se
sobre a mesma vertical, o módulo da reação no pivô é
Michael Faraday, físico e químico inglês, investigou a
influência de materiais dielétricos em capacitores e a forma como a
presença desses materiais alteravam a capacidade de
armazenamento de cargas em capacitores. O aperfeiçoamento
desses dispositivos, em decorrência dos estudos de Faraday, tem
impacto direto no desenvolvimento da tecnologia moderna. Sendo
assim, considere o caso em que um capacitor de placas paralelas e
de capacitância C, inicialmente descarregado, é carregado através
de uma fonte de bancada capaz de estabelecer uma diferença de
potencial V entre seus terminais. Em seguida, esse capacitor é
desconectado da bateria, e uma placa dielétrica de constante
dielétrica K é inserida completamente entre as placas do capacitor.
Sabendo que a placa dielétrica preenche toda a região entre as
placas do capacitor, o trabalho necessário para a realização dessa
operação é fornecido pela expressão
Um objeto é lançado a partir da origem de um sistema
coordenadas ortogonal xOy com origem em O, com uma
velocidade inicial de módulo igual a V, cuja direção forma um
ângulo ? com o eixo das abscissas. Sobre ação exclusiva do campo
gravitacional Terrestre, esse objeto descreve uma trajetória
parabólica cujo alcance é dado pela soma A+B, onde A e B são
dados em unidades do Sistema Internacional de Unidades (SI).
Além disso, ao tomarmos um ponto P pertencente à trajetória
desse objeto, situado a uma altura H medida na vertical a partir do
eixo das abscissas, a perpendicular baixada por P cortará o eixo das
abscissas em P’ (pé da perpendicular). Sabendo que a distância
entre a origem O do sistema de coordenadas e P’ é A, a expressão
que fornece a tangente do ângulo ? em termos de H, A e B é dada
por