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Homem de 28 anos, previamente hígido, apresenta dispneia progressiva após infecção viral recente, dor torácica atípica, BNP elevado e troponina discretamente positiva. A ressonância magnética cardíaca evidência realce tardio subepicárdico difuso em parede lateral, associado a edema miocárdico regional. Considerando os critérios diagnósticos da ESC (Caforio et al., 2013; atualizações 2022), assinale a proposição mais adequada sobre o quadro clínico descrito.
Homem de 61 anos apresenta dor torácica recorrente sob dupla antiagregação, TIMI 5, troponina em ascensão e ecocardiograma com hipocinesia inferolateral. Hemodinamicamente estável. Considerando as diretrizes ESC/ACC para SCA sem supradesnivelamento do segmento ST, qual conduta é mais apropriada?
Homem de 72 anos apresenta síncopes recorrentes, Holter com bloqueio atrioventricular avançado intermitente e pausas superiores a 3 segundos, sem cardiopatia estrutural relevante. Exames laboratoriais e de imagem excluem isquemia, disfunção ventricular e distúrbios endócrinos. À luz das recomendações da ACC/AHA/HRS para bradiarritmias, qual conduta é a mais apropriada?
Em avaliação ácido–base avançada, a distinção entre acidose metabólica de ânion gap elevado e acidose hiperclorêmica, bem como a análise da compensação respiratória, são decisivas. Considerando Adrogué & Madias (2010), qual proposição está metodologicamente correta?
Homem de 64 anos, tabagista, apresenta dor torácica típica, troponina de alta sensibilidade em ascensão, ECG com supradesnivelamento transitório em V2–V3 e coronariografia posterior sem lesão obstrutiva significativa. De acordo com a quarta definição universal de infarto (Thygesen et al., 2018), que diferencia injúria miocárdica de necrose isquêmica, qual proposição descreve com maior rigor conceitual o fenômeno clínico?