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Mulher de 62 anos, menopausa aos 48 anos, sem uso prévio de terapia hormonal, procura atendimento após fratura de rádio distal decorrente de queda da própria altura. A densitometria óssea evidencia T-score de –1,8 em coluna lombar e –1,9 em colo femoral. Nesse caso, a conduta mais adequada é:
A respeito do câncer de endométrio, assinale a alternativa INCORRETA.
Paciente de 22 anos, nuligesta, portadora de lúpus eritematoso sistêmico em uso contínuo de hidroxicloroquina e metotrexato, realiza teste de DNA-HPV como rastreamento do câncer do colo do útero, com resultado negativo (não detectado). Considerando as recomendações atuais do Ministério da Saúde, qual é a melhor conduta?
A terapia hormonal do climatério vem sofrendo importantes atualizações quanto a suas indicações e contraindicações. Nesse sentido, ainda são consideradas contraindicações absolutas à terapia hormonal as seguintes patologias:

I. Câncer de colo uterino.
II. Meningioma.
III. Adenoma hepático.
IV. HAS controlada com medicação.
V. Embolia pulmonar.

Quais estão corretas?
Paciente de 41 anos refere última menstruação há 2 meses. Relata que, nos últimos 5 meses, vinha apresentando encurtamento dos ciclos menstruais. Há cerca de 30 dias, iniciou sintomas como fadiga, sono fragmentado e alterações do humor. Nega vida sexual ativa há mais de 1 ano. Com base no quadro clínico apresentado, a hipótese diagnóstica mais provável é: