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Um paciente diagnosticado com HIV procurou atendimento odontológico em Guarabira (PB), apresentando lesões orais sugestivas de candidíase e gengivite necrosante ulcerativa (GUNA). O cirurgião-dentista, ao planejar o tratamento, considerou as particularidades clínicas e imunológicas do paciente, bem como a necessidade de medidas de biossegurança rigorosas.
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A Dra. Camila, cirurgiã-dentista recém-formada, iniciou suas atividades em uma clínica particular em Guarabira (PB). Ao se deparar com um caso complexo que envolvia um procedimento para o qual não possuía capacitação específica, ela considerou a possibilidade de realizar o tratamento para não perder a paciente. Contudo, lembrou-se de orientações sobre ética profissional e legislação.
O Sr. João, 65 anos, procurou o posto de saúde de seu bairro em Guarabira (PB) com dor intensa e inchaço na face, apresentando sinais de infecção odontogênica avançada. A equipe de saúde bucal do posto, ao avaliar o caso, identificou a necessidade de intervenção imediata, mas a unidade não dispunha de todos os recursos para o manejo completo da situação, que poderia evoluir para complicações sistêmicas graves.
Em uma reunião de planejamento de saúde no município de Guarabira (PB), discutiu-se a organização dos serviços odontológicos para atender às demandas da população. Um dos pontos levantados foi a necessidade de garantir o acesso universal e integral à saúde bucal, desde a atenção primária até a reabilitação protética. Foi enfatizado que o sistema deve ser organizado de forma a contemplar todas as fases do cuidado.
Dona Maria, 58 anos, relata dor intensa e mobilidade aumentada nos dentes 36 e 46, com presença de fístula supurativa em região de fundo de sulco gengival vestibular do dente 36. Ela afirma que a dor começou há dois dias de forma intensa e que o inchaço facial é notório. A paciente está apreensiva com a possibilidade de perder os dentes.