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Uma menina de 3 anos que frequenta creche apresenta tosse seca persistente há 6 semanas, principalmente diurna, sem febre ou outros sintomas respiratórios. Os pais relatam que ela não tem sibilância, engasgos ou dificuldade para respirar. A radiografia de tórax é normal. Não há histórico de atopia na família. Considerando a investigação da tosse crônica em crianças, qual é a causa mais provável para esse cenário clínico de acordo com as diretrizes pediátricas para tosse crônica inespecífica?
Um lactente de 6 meses é internado com pneumonia grave, evoluindo com piora da dispneia e febre persistente. A radiografia de tórax mostra consolidação em lobo inferior direito e um grande derrame pleural loculado. A punção torácica inicial drenou líquido turvo com pH de 6,9, glicose de 30 mg/dL e LDH de 1.500 U/L. Diante desse quadro de empiema pleural, qual é a conduta terapêutica invasiva mais apropriada para o manejo do derrame pleural em um lactente?
Uma menina de 4 anos, previamente hígida e vacinada para a idade, é levada à UBS por sua mãe. A criança é contactante domiciliar de sua avó, que foi recentemente diagnosticada com tuberculose pulmonar bacilífera. A criança apresenta teste tuberculínico (PPD) com enduração de 12 mm, a radiografia de tórax está normal e ela não possui sintomas de tuberculose ativa. De acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil para o controle da tuberculose em crianças, qual é a conduta mais adequada para essa paciente?
Um lactente de 10 meses que teve um quadro de bronquiolite viral há 3 semanas recuperou-se bem e está agendado para uma cirurgia eletiva de herniorrafia inguinal daqui a 2 dias. Os pais estão preocupados com os riscos anestésico-cirúrgicos relacionados ao histórico respiratório recente. Qual é a recomendação mais apropriada, considerando as diretrizes de manejo perioperatório em pediatria, diante do histórico de infecção respiratória recente em um lactente que será submetido à cirurgia eletiva?
Um recém-nascido pré-termo de 34 semanas com histórico de asfixia perinatal evolui com cianose, taquipneia e necessidade crescente de oxigênio nas primeiras horas de vida. A ecocardiografia demonstra pressões pulmonares elevadas e shunt bidirecional através do forame oval e ducto arterioso patente, compatível com Hipertensão Pulmonar Persistente do Recém-Nascido (HPPRN). No manejo da HPPRN grave, qual das seguintes terapias é considerada de primeira linha para induzir a vasodilatação pulmonar e melhorar a oxigenação quando as medidas de suporte ventilatório e hemodinâmico otimizadas não são suficientes?