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Em uma investigação de latrocínio ocorrida em Cariacica, o perito criminal precisa analisar um projétil encontrado no corpo da vítima e um estojo deflagrado no local. O objetivo é determinar se ambos foram disparados pela mesma arma de fogo, estabelecendo uma conexão entre os vestígios e o evento.
O delegado de polícia responsável pela investigação de um estupro em Vila Velha requisita a realização de perícia no material genético coletado da vítima e em possíveis vestígios encontrados na cena do crime. O objetivo é identificar o agressor e confirmar a dinâmica dos fatos.
Em uma investigação de homicídio na zona rural do Espírito Santo, a equipe pericial se depara com um cenário complexo. Diversas pessoas estiveram no local antes da chegada da polícia, e a cena do crime apresenta características tanto de área externa quanto de uma edificação abandonada próxima. A preservação inicial foi realizada pelos primeiros policiais militares que chegaram, mas há dúvidas sobre a extensão da área isolada.
Durante uma perícia em um local de crime, o perito observa cuidadosamente a disposição dos objetos, a presença de manchas de sangue e a trajetória de possíveis projéteis. Ele documenta meticulosamente cada detalhe, aplicando princípios científicos para reconstruir a dinâmica dos eventos que levaram à morte da vítima.
Durante a análise de um caso de roubo a banco em Vitória, o perito criminal coleta diversos materiais da cena. Entre eles, encontram-se fibras de tecido presas em uma janela quebrada, impressões parciais de calçados em um tapete e uma pequena quantidade de terra em uma área onde não deveria haver. Esses elementos são cruciais para a investigação.