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Em um artigo intitulado “A Evolução tecnológica no setor
naval na segunda metade do século XIX e as
consequências para a Marinha do Brasil’, Armando
Amorim Ferreira Vidigal aponta uma série de razões que
levaram à decadéncia da Marinha de Guerra brasileira
após o fim do ciclo das guerras realizadas na bacia do rio
Paraná envolvendo as nações platinas, em particular, o
Brasil, o Uruguai, a Argentina e o Paragual. Desse modo,
assinale a opção INCORRETA.
No livro “Atlântico: a história de um oceano”, no capítulo
intitulado “Um oceano de revoluções. História &
historiografia do Atlântico e de suas revoluções nos
séculos XVII e XVII, o historiador Francisco Carlos
Teixeira da Silva afirma que o território brasileiro está
conectado ao oceano Atlântico desde os primórdios da
Colônia por meio das Grandes Navegações e do tráfico
transatlântico de escravizados e, depois, nos tempos do
Brasil independente, por meio das exportações de
produtos agrícolas, como o café. A ideia de um espaço-tempo Atlântico envolvendo as Américas, a Europa e a África é marcado por alguns contextos históricos
relevantes. Nesse sentido, assinale a opção INCORRETA.
Com o avanço das tensões, em meados da década de 60
do século XIX, o Império do Brasil se envolveu em uma
Guerra contra o Governo do Paraguai. Alguns atos de
hostilidade levaram à assinatura de um tratado pelo
Império Brasileiro, a Argentina e o Uruguai contra o
Governo do Paraguai em 1° de maio de 1865, o
denominado Tratado da Tríplice Aliança. De acordo com
Armando de Senna Bittencourt, no livro “Introdução a
História Marítima Braslleira”, analise as afirmativas que
apresentam os motivos que levaram à assinatura desse
tratado, assinalando a seguir a opção correta.
|- A disputa por territórios fronteiriços entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil e controvérsias quanto ao comércio de café, as quais já se estendiam desde o século XVII.
II- A invasão do Sul de Mato Grosso por tropas paraguaias, em 28 de dezembro de 1864.
llI- Os já insuportáveis saques a propriedades privadas na fronteira com os estados do Mato Grosso do Sul, Parana e Santa Catarina desde janeiro de 1865.
IV- A invasão de território da Argentina por tropas paraguaias, em 13 de abril de 1865, ocupando a Cidade de Corrientes e apresando os vapores argentinos Gualeguay e 25 de Mayo.
V- O apresamento do Vapor brasileiro Marqués de Olinda, que viajava para Mato Grosso transportando o novo presidente dessa província, em 12 de novembro de 1864, em Assunção.
|- A disputa por territórios fronteiriços entre o Paraguai, a Argentina e o Brasil e controvérsias quanto ao comércio de café, as quais já se estendiam desde o século XVII.
II- A invasão do Sul de Mato Grosso por tropas paraguaias, em 28 de dezembro de 1864.
llI- Os já insuportáveis saques a propriedades privadas na fronteira com os estados do Mato Grosso do Sul, Parana e Santa Catarina desde janeiro de 1865.
IV- A invasão de território da Argentina por tropas paraguaias, em 13 de abril de 1865, ocupando a Cidade de Corrientes e apresando os vapores argentinos Gualeguay e 25 de Mayo.
V- O apresamento do Vapor brasileiro Marqués de Olinda, que viajava para Mato Grosso transportando o novo presidente dessa província, em 12 de novembro de 1864, em Assunção.
Em sua obra clássica, Carlo Ginzburg (2006) discorre
sobre o julgamento do moleiro Domenico Scandella,
conhecido como Menóchio, em um tribunai da Santa
Inquisição. O livro é considerado um manual de microhistória no qual, a partir do depoimento do moleiro ao
tribunal, o autor identifica uma dualidade a partir da
compreensão do que é cultura popular e cultura erudita.
"Não, senhor, mas sobre isso eu li no Fioretto della Bibbia, mas as outras coisas que eu disse sobre o caos eu tirei da minha própria cabeça."
(GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betânia Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.). p. 89.
A partir do trecho do depoimento de Menochio destacado acima, assinale a opção que apresenta a dualidade sugerida pelo autor.
"Não, senhor, mas sobre isso eu li no Fioretto della Bibbia, mas as outras coisas que eu disse sobre o caos eu tirei da minha própria cabeça."
(GINZBURG, Carlo. O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela inquisição. Tradução de Maria Betânia Amoroso e José Paulo Paes. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.). p. 89.
A partir do trecho do depoimento de Menochio destacado acima, assinale a opção que apresenta a dualidade sugerida pelo autor.
Analise o trecho abaixo.
"Durante a Idade Média já se realizavam viagens costeiras entre o mar Mediterrâneo e o norte da Europa, com fins comerciais. A Guerra dos Cem Anos ativou particularmente esse comércio maritimo, em face da conflagração nos territórios continentais. A Inglaterra, sempre notavel pela maneira de resolver seus problemas, apresentou um sistema interessante para o emprego dos navios. Havia um acordo entre o rei e os armadores, pelo qual estes cediam seus navios ao govemo em caso de necessidade, para que servissem como navios de guerra. Para isso, os navios mercantes sofriam uma pequena alteração”.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Porto e; SILVA, Léo F. e. Fatos da Historia Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 41).
Sobre a guerra naval na ldade Média, em conformidade com as ideias contidas no livro “Fatos da Historia Naval’, de Antonio Luiz Porto e Albuquerque e Léo Fonseca e Silva, assinale a opção INCORRETA.
"Durante a Idade Média já se realizavam viagens costeiras entre o mar Mediterrâneo e o norte da Europa, com fins comerciais. A Guerra dos Cem Anos ativou particularmente esse comércio maritimo, em face da conflagração nos territórios continentais. A Inglaterra, sempre notavel pela maneira de resolver seus problemas, apresentou um sistema interessante para o emprego dos navios. Havia um acordo entre o rei e os armadores, pelo qual estes cediam seus navios ao govemo em caso de necessidade, para que servissem como navios de guerra. Para isso, os navios mercantes sofriam uma pequena alteração”.
(ALBUQUERQUE, Antonio Luiz Porto e; SILVA, Léo F. e. Fatos da Historia Naval. 2. ed. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 2008, p. 41).
Sobre a guerra naval na ldade Média, em conformidade com as ideias contidas no livro “Fatos da Historia Naval’, de Antonio Luiz Porto e Albuquerque e Léo Fonseca e Silva, assinale a opção INCORRETA.