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Questões por página:
A PNAS e o SUAS reforçam a importância da participação social na gestão da assistência. Nesse sentido, qual alternativa traduz de forma mais consistente esse princípio?
Supunha-se que um município apresente fragilidade na articulação entre CRAS e CREAS. À luz da PNAS e da Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais, qual alternativa representa uma proposta coerente para superar essa fragilidade?
Considerando a Lei Orgânica da Assistência Social (BRASIL,1993) e a Constituição Federal de 1988, qual princípio orienta a assistência social como direito do cidadão e dever do Estado?
A Política Nacional de Assistência Social PNAS (Brasil,2004) e o SUAS estruturam a assistência social como política pública de proteção social não contributiva. Nesse contexto, qual alternativa expressa corretamente a lógica de organização dos serviços socioassistenciais?

Na contemporaneidade, a intervenção do/a assistente social na área da Previdência Social assume relevância estratégica diante das transformações do Estado e das políticas sociais. Esse campo de atuação exige do profissional não apenas o domínio técnico, mas também o compromisso ético-político com a defesa dos direitos sociais da população usuária. A prática se ancora nas bases ético-legais da profissão, especialmente na Lei de Regulamentação do Serviço Social (Lei nº 8.662/1993) e no Código de Ética Profissional do Assistente Social (1993), que orientam a ação para a universalização dos direitos, a justiça social, a equidade e a emancipação humana. Assim, a intervenção na Previdência não se reduz ao atendimento burocrático ou à aplicação mecânica de normas, mas deve ser compreendida como parte de um projeto profissional comprometido com a garantia de direitos e com a crítica às desigualdades estruturais.


Considerando essa perspectiva, os princípios que orientam a intervenção do assistente social na Previdência Social apontam para: