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De acordo com o brasilianista Thomas Skidmore ne livro "Brasil: de Castelo a Tancredo’, a redemocratização do Brasil foi um processo político extremamente laborioso e muito tenso devido à morte do presidente eleito Tancredo Neves e ao verdadeiro desarranjo da situação macroeconômica da república brasileira. Sobre o processo de transição do governo João Figueiredo para o de José Sarney, inaugurando a Nova República, assinale a opção correta.  
As transformações no campo da ciência história, no que diz respeito aos seus objetos de análise, ganhou notoriedade o estudo sobre o cotidiano que, para Mary Del Priore, corresponde “à vida privada e familiar, as atividades ligadas à manutenção aos laços sociais, ao trabalho doméstico e as práticas de consumo.”
(DEL PRIORE, Mary. História do Cotidiano e da Vida Privada. In CARDOSO, Ciro F; VAINFAS, Ronaldo (orgs.). Dominios da História: Ensaios de Teoria e Metodologia. 5º ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. p. 259- 274)

Com base nessa autora, assinale a opção que exemplifica corretamente a afirmação apresentada acima.  
Terminada a revolta que sublevou as Províncias do Rio Grande e de Santa Catarina, o Império Brasileiro pôde retomar a vigilância na fronteira sul e ater-se ao conflito que crescia na área do Rio da Prata. Em 1851, o Governo brasileiro procedeu uma aliança com o governo uruguaio e com um oposicionista de Rosas, o governador da Província argentina de Entre Rios, Justo José de Urquiza, para defender o Uruguai do atague das forças de Rosas e Oribe. Assim sendo, na Guerra contra Oribe e Rosas, o comando da Força Naval do Império do Brasil foi entregue ao: 
Apesar desta aparente prova de confiança no Governo Provisório, os desmandos que se notavam na administração, nos Estados, na disciplina militar, principalmente, na vida financeira do país, impopularizaram-no, e criou-se no seio da Assembléia Constituinte forte movimento de oposição, o qual, para nossa história, tem importância especial, por ter trazido em seu bojo a primeira manifestação política naval que, anos depois, iria desembocar na Revolta de 1893."
(MARTINS, Hélio Leôncio. A Revoita da Armada - 1893, In: BRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | A. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1995. p. 29)

Segundo Martins, as causas da Revolta da Armada de 1893 podem ser encontradas no processo de instalação do novo regime político no Brasil em 1890. Assim é correto afirmar que uma das causas daquela Revolta foi: 
Durante a Segunda Guerra Mundial, a missão da Marinha de Guerra Brasileira foi: