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Uma jovem de 24 anos apresentou odinofagia associada a fadiga
e uma cervicalgia mais pronunciada à esquerda, identificando ser
um caroço de aproximadamente 1 cm. O quadro progrediu
durante os três dias com piora dos sintomas, além de febrícula –
de até 37,8 °C – constante. A seguir, ocorreu dor em hipocôndrio
direito. No quinto dia de sintomas, foram prescritos amoxicilina e
anti-inflamatório não esteroidal devido a hiperemia de orofaringe
com placas brancacentas – a paciente teve diagnóstico de
amigdalite bacteriana, apresentando náuseas e anorexia. Com
aproximadamente 1 semana de sintomas e 3 dias do uso do
antibiótico, a jovem decidiu procurar novo atendimento médico,
que revelou: sinais vitais estáveis, porém com taquicardia
(FC 110 bpm), eutrófica, sem evidência de emagrecimento,
eupneica. Rash eritematoso maculopaular difuso estava visível
em tronco, abdômen e porção próxima de membros superiores e
inferiores. Havia presença de edema periorbitário bilateral.
Linfonodos posteriores aos músculos esternocleidomastoideos
estavam aumentados e pouco dolorosos (1,5 e 1,2 cm),
fibroelásticos, móveis. Havia também micropoliadenopatia em
outras cadeias cervicais superficiais. Orofaringe apresentava
hipertrofia amigdaliana, petéquias em palato e exsudato
membranoso. Ao exame ginecológico com ectopia em colo
uterino, foi detectado corrimento fisiológico, sem presença de
outras alterações como úlceras. O abdômen era doloroso em
andar superior à palpação profunda com hepatimetria de 14 cm e
borda romba e dolorosa e espaço de Traube ocupado.
Sobre as hipóteses diagnósticas e complementação da investigação, é correto afirmar que:
Sobre as hipóteses diagnósticas e complementação da investigação, é correto afirmar que:
Uma paciente de 54 anos foi internada por tosse, desconforto
respiratório e aumento do volume abdominal. Está em
acompanhamento conjunto com a equipe de cuidados paliativos
realizando paracentese de alívio devido à ascite. É portadora de
câncer de ovário com metástases para peritônio. Após a
realização de tomografia de tórax e abdômen com contraste para
avaliar trombose de veias abdominais, observou-se trombo em
tronco da artéria pulmonar esquerda de aspecto recente.
A equipe médica não teve dúvida quanto à melhor condução do
caso, após a análise do exame laboratorial: anemia: Hb 8,5 g/dl,
leucócitos e coagulograma normais, plaquetas: 85 mil e função
renal normal. A paciente estava estável e era eutrófica, não
havendo histórico de sangramento recente.
Prontamente, a equipe realizou:
Prontamente, a equipe realizou:
Em segunda quimioterapia para linfoma não Hodgkin (15 dias
após a 1ª quimioterapia), uma paciente jovem apresentou
cefaleia, rinite, tosse e febre oito horas após a infusão do
medicamento, já no domicílio. Foi internada devido ao risco de
infecção secundária à imunossupressão. Seu esquema era o
R-CHOP, a saber: rituximabe, ciclofosfamida, doxorrobucina,
vincristina e prednisona. Apesar de coleta de hemocultura, início
de antibiótico empírico e oseltamivir, não houve qualquer outro
sintoma na sequência de sua internação em 24 horas. Exames
laboratoriais e de imagem foram normais.
O trabalho de investigação levou à possibilidade mais confiável nesse caso por:
O trabalho de investigação levou à possibilidade mais confiável nesse caso por:
Uma paciente de 58 anos foi internada por confusão mental e dor
em ombro direito. É portadora de neoplasia de mama em estágio
avançado com metástases ósseas. Havia relato, pela anamnese
dirigida, de constipação e distensão abdominal. O marido
confirmou que, nos últimos dias, ela já não conseguia levantar-se
e tomar adequadamente seus medicamentos. Durante a
internação confirmou-se a fratura patológica de cabeça do úmero
e hipercalcemia da malignidade (PTH suprimido). Houve redução
dos níveis séricos de cálcio (Ca: 15 mg/dl para 12 mg/dl em
2 dias), e a creatinina sérica, que na entrada era de 3,8 mg/dl,
caiu para 2,0 mg/dl em 48 horas. Os medicamentos
reintroduzidos com a melhora clínica da paciente após 3 dias de
hidratação e pamidronato foram: metadona, amitriptilina,
duloxetina e gabapentina – os últimos por dor radicular.
Infelizmente, os sintomas de distensão abdominal, náuseas,
vômitos e constipação se evidenciaram, levando à realização de
exame tomográfico do abdômen e pelve. Observou-se distensão
de ceco (9,0 cm em maior diâmetro), cólon ascendente,
transverso e cólon descendente com presença de fecaloma em
sigmoide.
Diante da principal hipótese diagnóstica, a melhor conduta imediata é:
Diante da principal hipótese diagnóstica, a melhor conduta imediata é:
Uma paciente de 70 anos foi internada por sintomas de astenia,
hiporexia, náuseas e redução do débito urinário. Estava lúcida,
mas um pouco lentificada. O exame clínico demonstrou flapping
e hiperreflexia difusa. Estava estável hemodinamicamente, com
membros aquecidos, porém com cianose bilateral na planta dos
pés. O exame laboratorial revelava disfunção renal aguda com
leucocitose sem desvio à esquerda. Eosinófilos: 990 células/mm³.
A urina apresentava coloração avermelhada, sugerindo
hematúria franca justificada pelo uso de anticoagulante
profilático devido a alto risco trombótico. A paciente era
portadora de câncer de estômago em atividade, ficando acamada
a maior parte do tempo, com investigação para carcinomatose
peritoneal.
Sobre o quadro descrito, é correto afirmar que:
Sobre o quadro descrito, é correto afirmar que: