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Durante uma consulta de planejamento familiar, um casal expressa o desejo de utilizar um método contraceptivo que seja eficaz na prevenção da gravidez, mas que também ofereça proteção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). O profissional de saúde deve considerar as opções que atendem a ambas as necessidades.
Uma jovem de 17 anos chega à unidade de saúde acompanhada de sua mãe, buscando orientação sobre métodos contraceptivos. Ela iniciou sua vida sexual recentemente e teme uma gravidez não planejada. O profissional de saúde deve abordar a situação com sensibilidade, respeitando a autonomia da adolescente e a legislação vigente.
Uma jovem casal, recém-casado e com planos de iniciar a vida profissional antes de ter filhos, busca orientação em uma unidade básica de saúde sobre como planejar a chegada de sua primeira criança. Eles desejam ter controle sobre o momento da concepção e querem entender as opções disponíveis, considerando tanto a prevenção quanto a possibilidade de ter filhos no futuro. A enfermeira da unidade precisa explicar as diretrizes legais e os princípios do planejamento familiar no Brasil.
Um agente comunitário de saúde, durante uma visita domiciliar em Castro (PR), percebe que uma família enfrenta dificuldades financeiras e a mãe expressa preocupação com a possibilidade de uma nova gravidez em curto prazo. A família já possui três filhos e a mãe relata ter pouco conhecimento sobre métodos contraceptivos eficazes e seguros. O agente precisa orientá-los sobre as opções de planejamento familiar, respeitando a autonomia do casal e a legislação vigente.
Um casal, após discutir seus planos de vida e a estabilidade financeira, decide que é o momento ideal para planejar a chegada de um filho. Eles buscam informações sobre como garantir que essa gestação ocorra no momento mais propício e de forma segura, considerando os aspectos de saúde e bem-estar. A orientação profissional é fundamental para que façam escolhas conscientes.