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Mariana recebia cuidados terapêuticos e de enfermagem na clínica médica por apresentar dores no braço direito, após queda da própria altura. A enfermeira do setor conversou com o clínico sobre o uso do calor para auxiliar no conforto da paciente, que, mesmo recebendo analgésico, ainda se queixava de dor (caso hipotético). A aplicação de calor favorece o alívio da dor e tem, entre outros, o objetivo de
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Ricardo, de 33 anos, sofreu um acidente automobilístico quando dirigia seu carro em uma avenida movimentada na zona sul do Rio de janeiro, Estado em que reside. Devido ao impacto extremo, sofreu um trauma cranioencefálico. Ao ser atendido no setor de urgência e emergência, recebeu todos os cuidados necessários pela equipe de saúde, que, após avaliação minuciosa, confirmou a presença de uma lesão traumática na base do crânio com formação de fístula liquórica (caso hipotético). Diante da confirmação dessa lesão, é contraindicado o uso de sonda
O Ministério da Saúde define a crise hipertensiva como episódio agudo que pode surgir em pacientes com ou sem diagnóstico prévio de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), geralmente com pressão arterial sistólica (PAS) superior a 180 mmHg e pressão arterial diastólica (PAD) superior a 120 mmHg. Podem ser sintomáticos, dependendo do órgão primariamente acometido. Para os pacientes em crise hipertensiva com lesão aguda de órgão alvo e risco de morte imediata na unidade de pronto atendimento, são consideradas corretas as seguintes ações no manejo inicial:
Ana Maria, de 24 anos, foi internada com Síndrome do desconforto respiratório agudo para tratamento terapêutico. A enfermeira Juliana discutiu o caso de Ana com as colegas e a equipe de enfermagem para o melhor posicionamento terapêutico da paciente no leito, chegando à conclusão de que a posição prona seria a mais indicada naquele momento em que Ana se encontrava. A escolha dessa posição foi sugerida no caso hipotético porque ela ajuda no combate à
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Com intuito de promover práticas seguras no uso de medicamentos em estabelecimentos de saúde, o Ministério da Saúde (MS) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) publicaram, entre outros, o protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos no ano de 2017. Quanto à dose, esse protocolo refere as seguintes recomendações: