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Em gestação saudável, sem inflamação, sobretudo no segundo-terceiro trimestres, a hepcidina cai para facilitar dinâmica férrica materno-fetal. Qual proposição integra mecanismo e resposta ao ferro oral de modo consistente?
A nutrição em terapia intensiva, segundo McClave et al. (ASPEN Guidelines,2016), prioriza a via enteral quando o trato gastrointestinal é funcional. Contudo, em choque séptico refratário, a tolerância enteral inicial pode agravar instabilidade hemodinâmica. Qual conduta inicial alinha-se ao consenso atual?
A detoxificação nitrogenada depende do ciclo da ureia, cuja falha pode levar a encefalopatia hiperamonêmica. Murray et al. (2021) descrevem que a carbamoil-fosfato sintetase I representa etapa regulatória crítica. Em estado de catabolismo proteico acentuado, qual desfecho fisiopatológico predomina?
O “crossover concept”, segundo Brooks & Fahey (2022), descreve a transição metabólica do predomínio lipídico para glicídico à medida que a intensidade do exercício se eleva. Tal fenômeno depende de alterações enzimáticas e do recrutamento diferencial de fibras musculares, implicando em ajustes complexos da bioenergética. Considerando a bioquímica do esforço e a regulação das vias metabólicas, qual alteração caracteriza de forma mais precisa essa transição energética?
Pacientes críticos em terapia de substituição renal contínua (TSRC) apresentam perda significativa de aminoácidos no dialisato, estimada em 10–15 g/dia. Diretrizes ESPEN (2021) recomendam aporte proteico elevado, entre 1,5 e 2,0 g/kg/dia, podendo chegar a 2,5 g/kg/dia em situações catabólicas graves. Considerando um paciente de 70 kg, com catabolismo exacerbado, qual estratégia nutricional está mais de acordo com evidências atuais de manejo proteico?