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Homem de 21 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1, diagnosticado há 5 anos, foi levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) devido à dor abdominal, náuseas e vômitos. Familiares informam que está sem utilizar insulina há 3 dias por dificuldades financeiras. No exame físico, encontra-se torporoso, desidratado, com hálito cetótico e dor abdominal à palpação profunda de forma generalizada. Ao exame, frequência cardíaca de 112 bpm; frequência respiratória de 38 irpm; pressão arterial de 110 x 70 mmHg. 


Os exames laboratoriais na admissão indicam: 


                                                      Imagem associada para resolução da questão


O diagnóstico e a conduta inicial indicada para esse paciente são, respectivamente,

Homem de 58 anos deu entrada no pronto-socorro com dor epigástrica irradiada para as costas, iniciada há 2 horas, progressiva, pós-prandial, acompanhada de náuseas, vômitos e sudorese. Relata episódios semelhantes no último ano, que melhoraram com uso de analgésico. Tabagista ativo, alcoolista de 8 doses de destilado por dia há 33 anos, nega comorbidades. Exame físico: corado, acianótico, anictérico, sudoreico, fácies de dor, agitado. Índice de massa corporal de 23 kg/m2; pressão arterial de 150 x 90 mmHg; frequência cardíaca de 74 bpm; frequência respiratória de 18 irpm; temperatura axilar de 37 oC. Abdome globoso, distendido, timpânico, peristalse presente, doloroso à palpação do epigástrio e hipocôndrio esquerdo.
Os exames laboratoriais apresentam os seguintes resultados:
                                                   Imagem associada para resolução da questão

Qual é o provável diagnóstico?
Homem de 48 anos, auxiliar de pedreiro, procura Unidade Básica de Saúde (UBS) com queixa de dor lombar iniciada há 3 semanas, de instalação insidiosa, sem irradiação. Relata que a dor piora ao final do dia e melhora parcialmente com repouso e uso de paracetamol. Nega perda de peso, febre, traumas, incontinência ou fraqueza nos membros inferiores. Ao exame físico, apresenta dor à palpação paravertebral em região lombar, sem alterações neurológicas.
Com base na história clínica e no exame físico, qual o próximo passo na condução desse caso?
Mulher de 21 anos comparece à consulta médica em Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação de amenorreia há 4 meses, sendo descartada gravidez. Paciente relata que há 10 meses iniciou dieta para perder peso, tendo emagrecido nesse período aproximadamente 30 kg. Há 2 dias relata desmaio durante prática de exercício físico e, por isso, realizou eletrocardiograma (ECG) que indicou alterações no segmento ST e na onda T. Paciente nega histórico de diagnóstico de transtorno mental, mora sozinha e sua família é de outra cidade. Afirma manter o padrão alimentar, pois ainda quer perder peso. Ao exame físico, apresenta palidez de mucosa e turgor cutâneo diminuído. Altura = 1,63 m; peso = 39 kg (IMC = 14,7 kg/m2); pressão arterial = 80 x 60 mmHg; frequência cardíaca = 55 bpm e frequência respiratória = 15 irpm.
Qual é a conduta adequada nesse momento?
Sobre os sinais e os sintomas de desequilíbrio hidroeletrolítico, avalie se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinale a sequência correspondente.
( ) Fadiga, anorexia, náusea e vômito, distensão abdominal, fraqueza muscular, hipersensibilidade e câimbras estão associados à hipopotassemia.
( ) Parestesia, fraqueza muscular, dor torácica, confusão, insuficiência respiratória e hipóxia tecidual estão associados à hipofosfatemia.
( ) Rubor, hipotensão, sonolência, reflexos hipoativos e depressão respiratória estão associados à hipermagnesemia.
( ) Fraqueza muscular, anorexia, náuseas e vômitos, dor em flanco, poliúria e polidipsia, desidratação e letargia estão associados à hipercalemia.