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“Diferentemente de filósofos e literatos, nós historiadores devemos dispor de evidências para sustentar nossos argumentos, e não podemos simplesmente extraí-las da nossa cabeça. Nós as extraímos, sim, das caixas dos arquivos. Compreendo, evidentemente, que outras disciplinas têm o seu próprio rigor, e que os historiadores também dão asas à imaginação (...) reconheço os aspectos literários e arbitrários da escrita da história. (...) Dizer que nós não podemos ter um conhecimento direto do passado não significa dizer que qualquer versão do passado seja válida ou que uma versão não possa ser melhor do que outra. Podemos entrar imaginativamente em outras vidas, perambular por outros mundos, fazer contato com outras esferas da experiência, e fazer tudo isso com rigor e não fantasias e com ficções.” (In: As múltiplas faces da História).
Na opinião de Robert Darnton, autor dessas reflexões, o trabalho do historiador precisa ser:
Leia o seguinte texto de Maria de Lourdes Monaco Janotti, extraído em O saber Histórico na sala de aula (1998):
“O presente passou a explicar-se a partir de si mesmo. O perigo de ignorar o passado público pode também acarretar a perda da visão dialética da História e da vontade política que leva à crítica e à construção de projetos futuros.”
Segundo a autora,
Segundo Ricardo Oriá, a preservação do patrimônio cultural tem sido valorizada pela historiografia contemporânea. E socializar esse patrimônio na escola, com valores semelhantes, significa:
Durante as últimas décadas do século XIX e inícios do século XX, surgiram cientistas e intelectuais dedicados a pensar e projetar ideias sobre o futuro do Brasil, refletindo acerca de questões raciais, religiosas e culturais. Silvio Romero, Nina Rodrigues e Euclides da Cunha estão entre os principais nomes desse grupo. Assinale a alternativa correta acerca de suas ideias.
Leia o texto: “As origens da Segunda Guerra Mundial produziram uma literatura histórica incomparavelmente menor sobre suas causas do que as da Primeira Guerra, e por um motivo óbvio”. Eric Hobsbawn. A Era dos Extremos.
Segundo a perspectiva de análise do autor, a diferença da produção historiográfica sobre as origens da Primeira e da Segunda Guerras Mundiais foram: