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( ) Nessa organização, não há necessidade de o educador atrair a atenção de todas as crianças, ao mesmo tempo, para si. Com isso as crianças esperam menos para serem atendidas e aproveitam este tempo em outras atividades interessantes.
( ) Nesse modo de organizar o espaço, existe a possibilidade de as crianças se descentrarem da figura do adulto, de sentirem segurança e confiança ao explorarem o ambiente, de terem oportunidades para contato social e momentos de privacidade.
( ) Esses grandes grupos formados por esse tipo de organização do espaço impedem a coordenação das ações das crianças, o que leva a criação de múltiplos enredos de brincadeira, diminuindo a troca entre eles e dificultando a linguagem.
A sequência correta de cima pra baixo é:
https://site.veracruz.edu.br/doc/ise_tcc_manuela_ass uncao_crosera.pdf
A situação apresentada aponta:
“uma criança branca pergunta à educadora se ficará suja se pegar na mão de outra criança negra, a educadora que também era negra contou o caso sorrindo e disse à criança “que é claro que não, todo mundo é igual”; um monitor relembra o dia em que um grupo de meninas brincava “de casinha” e, dentre elas, a menina negra, a qual ele denominou “a de pele mais escura” fazia o papel de empregada doméstica, ele resolveu intervir sugerindo que as meninas trocassem de papéis, mas elas abandonaram o jogo e quando ele se afastou, elas retomaram a brincadeira com a mesma divisão de papéis; a linguagem usada pelas educadoras ao definir as crianças que passavam por episódios preconceituosos: “cabelo ruim” ou “mas essa era pretinha mesmo, pretinha que chegava a ser azul de tão preta”. (AFONSO,1995, p.17)
Para que esse tipo de comportamento seja superado, práticas promotoras de igualdade racial são necessárias, como:
Leia o relato, abaixo:
Yasmim, do berçário dois: o pai é negro e a mãe é branca. Quando viu a imagem de um homem negro no mural da sala, logo associou a seu pai e apontou a fotografia, demonstrando satisfação enorme, e falou: “Papai! Papai!” Quando observamos essa cena, nós nos demos conta de que talvez as crianças negras nunca houvessem tido a oportunidade de fazer esse tipo de associação ou identificação entre os seus familiares e imagens expostas nas paredes do CEI. Isso teve muito impacto. Isso mudou nosso olhar e nos fez ver como a questão da diversidade racial precisa estar presente em todos os espaços da escola.
Professora Ana Carolina,
CEI Josefa Júlia,25/5/2011.
https://www.gov.br/mec/ptbr/media/seb/pdf/publicacoes/educacao_infantil/revis tadeeducacaoinfantil_2012.pdf
Pela exposição da professora, pode-se concluir que: