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L é um estudante do 1o ano do ensino médio com diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Durante as aulas de Física sobre Dinâmica (Leis de Newton), o professor observa que L demonstra profundo interesse e participa ativamente das discussões orais. Entretanto, em avaliações escritas tradicionais, compostas por enunciados longos e cálculos extensos de plano inclinado, L apresenta baixo rendimento: ele se dispersa na leitura, esquece conversões de unidades e não conclui as tarefas no tempo previsto.

Considerando-se o princípio da equidade na educação inclusiva, uma estratégia avaliativa que representa uma solução alinhada às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e com os fundamentos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o caso de L consiste em

Considere o texto a seguir.


[...] a Educação Física na escola deveria promover reflexões acerca das relações de poder entre os grupos sociais nas práticas corporais, possibilitando a leitura de mundo sobre os textos da cultura que envolvem as danças, ginásticas, esportes, lutas, jogos e brincadeiras. Por fim, um conjunto de autores e autoras defendem um currículo crítico-libertador que estruture os projetos educativos em uma perspectiva crítica e politizada, problematizando as relações de opressão que existem nos marcadores socioculturais que atravessam as práticas corporais nas aulas de Educação Física escolar. [...] Nota-se que os currículos com perspectivas mais politizadas possuem uma maior preocupação com o processo de inclusão e participação dos(as) estudantes nas aulas de Educação Física [...].


JUCÁ, Luan Gonçalves; MALDONADO, Daniel Teixeira. A relação entre Educação Física escolar e Inclusão: uma revisão integrativa. In: Revista e-Curriculum, São Paulo, v.22, p.1-36, 2024. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/pdf/curriculum/v22/1809-3876-curriculum-22-e59193.pdf. Acesso em: 19 jan.2026. Adaptado.


Sendo assim, uma prática político-pedagógica inspirada nessa perspectiva, visa a

Um professor de Educação Física, ao propor uma coreografia em uma aula de dança, identifica que a maioria dos alunos está conseguindo realizar com sucesso os movimentos. Diante de tal situação, ele foi aumentando gradativamente o nível de dificuldade de realização dos movimentos, elevando os desafios.

O procedimento pedagógico descrito, relacionado à resolução de problemas, é uma marca distintiva da abordagem

No campo do treinamento esportivo, a individualidade biológica é um pressuposto definidor em relação à qualidade do treinamento e do desempenho do esportista. Na escola, podem-se também desenvolver práticas de esportes individuais considerando-se o planejamento do ensino e os eventos dos quais a escola participa. Competições esportivas, como xadrez, apresentação de solos de ginástica artística, preparação para corridas de rua, eventos de atletismo, torneio de lutas, dentre outras, também fazem parte do ensino do esporte na escola, uma vez que é possível encaminhar talentos e dar tratamento diferenciado para as singularidades, sem necessariamente desqualificar ou diminuir o trabalho coletivo.

Considerando-se uma educação voltada para a formação da cidadania, são aspectos que podem ser apropriados na prática dos esportes individuais:

Na área da Educação Física escolar, é possível desenvolver uma atividade pedagógica dedicada à alegria do lúdico, ao brincar, à criação e à recriação das atividades, promovendo autonomia e sentido para o aluno, de modo que ele se sinta realizador e sujeito de seu processo construtivo, fundado no prazer.

Essa ação pedagógica se define como