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O estudo da História das mulheres, dos movimentos LGBTI+ e das comunidades tradicionais é considerado secundário no currículo de História, pois esses grupos sociais não exerceram influência significativa na construção das estruturas políticas e econômicas ao longo do tempo.
A valorização da diversidade étnica, cultural e social, bem como a formação para a cidadania, são pilares fundamentais do ensino de História, que deve contribuir para o reconhecimento e o respeito às múltiplas identidades presentes na sociedade brasileira e global.
As tendências pedagógicas renovadoras, como a Escola Nova, defendem a centralidade do aluno no processo educativo, valorizando a experiência, a atividade e a construção ativa do conhecimento, em oposição à mera transmissão de informações pelo professor.
No contexto da Educação Infantil, a utilização de instrumentos de coleta de dados para avaliação deve focar em testes padronizados e provas escritas para aferir o nível de conhecimento pré-existente das crianças.
A avaliação na LDB e na BNCC para a Educação Infantil difere da avaliação do Ensino Fundamental na medida em que não deve ter caráter probatório, mas sim de acompanhamento do processo de aprendizagem e desenvolvimento da criança.