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A prática da escuta responsável, ao acolher o relato de um estudante, envolve uma postura de não julgamento e empatia, cujo objetivo principal é validar os sentimentos da criança ou adolescente e, se necessário, realizar o correto encaminhamento para a equipe gestora da escola ou autoridade competente.
Com base nas noções do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o direito à liberdade de um adolescente de 15 anos prevalece sobre as normas de trânsito, permitindo que ele opte por não usar o cinto de segurança, cabendo ao monitor apenas registrar a ocorrência.
O uso de apelidos entre os estudantes no transporte escolar, mesmo que de forma aparentemente amigável e sem queixas imediatas, deve ser uma prática observada com atenção e, se necessário, desestimulada pelo monitor, pois pode mascarar ou evoluir para situações de bullying.
Na mediação de um conflito trivial entre estudantes, como uma disputa por um assento, a abordagem inicial do monitor deve ser imparcial, ouvindo as partes envolvidas para compreender a situação antes de propor uma solução ou tomar uma decisão.
Situação hipotética: Uma criança relata ao monitor que é frequentemente agredida fisicamente por um familiar. Assertiva: A conduta correta e ética do monitor, a fim de resolver a situação rapidamente, é procurar os pais ou responsáveis no ponto de ônibus para confrontá-los sobre a acusação.